Work Text:
𝐃𝐈𝐒𝐂𝐋𝐀𝐈𝐌𝐄𝐑:
𝘖𝘴 𝘱𝘦𝘳𝘴𝘰𝘯𝘢𝘨𝘦𝘯𝘴 𝘥𝘦 𝘑𝘶𝘫𝘶𝘵𝘴𝘶 𝘒𝘢𝘪𝘴𝘦𝘯 𝘴ã𝘰 𝘥𝘦 𝘎𝘦𝘨ê 𝘈𝘬𝘶𝘵𝘢𝘮𝘪, 𝘯ã𝘰 𝘮𝘦 𝘱𝘦𝘳𝘵𝘦𝘯𝘤𝘦𝘮, 𝘱𝘰𝘳é𝘮 𝘵𝘰𝘥𝘰 𝘰 𝘦𝘯𝘳𝘦𝘥𝘰 𝘥𝘦𝘴𝘴𝘢 𝘩𝘪𝘴𝘵ó𝘳𝘪𝘢 𝘢𝘭𝘵𝘦𝘳𝘯𝘢𝘵𝘪𝘷𝘢 é 𝘮𝘦𝘶, @𝘔𝘪𝘹𝘣𝘭𝘶𝘦𝘴__.
𝐋𝐄𝐆𝐄𝐍𝐃𝐀
( “ Conversa duas aspas ” )
(‘𝘗𝘦𝘯𝘴𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘰 𝘶𝘮𝘢 𝘢𝘴𝘱𝘢 𝘤𝘰𝘮 𝘪𝘵á𝘭𝘪𝘤𝘰’)
( 𝘕𝘢𝘳𝘳𝘢çã𝘰 𝘦𝘴𝘱𝘦𝘤𝘪𝘢𝘭 𝘦𝘮 𝘪𝘵á𝘭𝘪𝘤𝘰 𝘴𝘦𝘮 𝘢𝘴𝘱𝘢𝘴)
Esse é um universo ABO. Se você por acaso caiu de paraquedas e não entende, fique por dentro dando uma olhada neste link : ( Sinta-se à vontade para pesquisar na internet também. )
http://sosfanfiction.blogspot.com/2016/04/universo-abo-o-que-e-como-funciona.html?m=

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A confraternização de Natal na faculdade da Jujutsu Tech estava em pleno andamento. Vários alunos estavam se formando este ano e essa em específico era para as turmas que estavam finalizando seus aprendizados no ensino superior. Nada como uns bons petiscos, alguns drinks e uma boa música. Mas Yuji, como sempre, estava em busca de algo mais emocionante do que apenas ficar dançando ou conversando.
Depois de mais de meia hora jogando clandestinamente com seu rival na quadra do lado de fora, ele se dirigiu até a mesa de buffet, com uma fome que não queria mais ignorar. Um sorriso travesso apareceu em seu rosto enquanto pegava um pouco de cada prato de salgadinhos, com a ideia de devorá-los finalmente como se fosse uma missão pessoal, estava brocado como um mendigo.
No entanto, mal deu um passo para trás na tentativa de evitar a área cheia de pessoas, uma mão indelicada apareceu e pegou um punhado de salgadinhos do seu prato, ao mesmo tempo em que uma fragrância dominante de eucalipto misturada a couro apareceu fortemente por detrás de seu ombro.
"Ei!" Yuji retraiu os ombros contra o pescoço exposto, por conta da presença tão próxima de outro alfa. Ele olhou para trás, encontrando Sukuna, que estava ali, casualmente agora indo para o seu lado para pegar a comida da festa.
O alfa parecia entediado, mas aqueles olhos carmesins brilhavam com uma expressão de pura diversão. Sukuna não disse nada, apenas continuou pegando os petiscos com uma atitude arrogante e descompromissada de sempre. Com a própria mão — que não havia lavado com certeza.
"Você estava demorando demais, pirralho," em um tom de zombaria, Sukuna mostrou a Yuji que ele realmente estava esperando algo.
O mongoloide realmente acha que é o rei de tudo?
“Eu estou todo suado, e essa roupa é cara. Pelo menos eu me preocupo em estar limpo." Yuji sacudiu de leve o colete do terno enquanto ajeitava a gravata. Ambas as peças houve um cuidado de sua parte de retirá-las antes para jogar.
Deveria ter muito mais para se aproveitar naquela mesa, se ambos loucos por qualquer competição não tivessem decidido se aventurar do lado de fora enquanto todos comiam toda a comida disponível.
Sukuna o provocou então…não era sua culpa querer ganhar do infeliz.
Desde o início do primeiro período, no Campus era permitido participar de qualquer atividade extracurricular para aproveitar melhor o período universitário, como atividades: Artísticas, esportivas, socioculturais, programas de pesquisas e voluntariado.
Grande parte de seus amigos se aventuraram a praticar esportes, dada a grande carga de tensão que se espalhava pelo corpo ao estar grandes horas estudando. Somente ter como atividade física se deslocar da sala de aula para o dormitório dentro do próprio Campus tornaria a experiência “chata e monótona”, então Yuji de se inscreveu para o clube de basquete, se aventurando bastante em eventos e competições.
Desde o primeiro dia em que conheceu Sukuna e ambos estavam na mesma posição da ala pivô, foi um grande pontapé inicial de uma inimizade graças à grande necessidade de marcar o território sobre essa posição. Ambos eram tudo o que um time poderia querer devido suas habilidades e condicionamento físico, mas é claro, Sukuna era alguns centímetros ainda maior que ele e mais rápido, mas não quer dizer que a determinação de seu rival e a capacidade de jogar em grupo fossem melhores. Yuji era sem dúvida muito mais eficaz em não perder a paciência, também não ficava entediado em certas situações.
Não é como se ele tivesse a necessidade de jogar quase sozinho o tempo todo. Porém quando se trata de Sukuna ele conseguia sair facilmente do sério, parecia que o alfa mais velho — por alguns meses de diferença — tinha constantemente em mente esse objetivo a cada dia da semana.
Parecia ser a própria motivação do cara…
“Eu falei que ia entrar pra comer alguma coisa, beber água…”
"O que tem de bom aqui? O que sobrou para mim?" Sukuna estava se divertindo com o desconforto de Yuji ao vê-lo pegar o salgadinho com as mãos puras, como se sua provocação fosse a única coisa que realmente valesse a pena naquele momento.
Um estremecimento veio de Yuji ao observá-lo, franzindo a testa. "Ah, tira essas mãos imundas da minha comida, seu idiota!" Ele deu um empurrãozinho no outro, mas o alfa sendo mais alto e forte não se moveu. Na verdade, pelo cheiro parecia gostar de ver sua reação. “Seu cabeça de árvore."
“Fazer o quê, minha mãe me fez assim…”
“Assim idiota?”
“Grande e grosso.”
Parecia que o outro sempre tinha uma resposta automática e Yuji sentiu o odor do eucalipto se intensificar junto ao seu próprio de cereja e hortelã, envergonhado pelas palavras sujas que são facilmente ditas pelo outro, não que ele já não esteja acostumado.
A proximidade de Sukuna sempre fazia os pelos da nuca de Yuji se arrepiarem, mas ele não daria esse gosto ao outro alfa. Apertou o prato com força, tentando ignorar o calor que subia pelo pescoço, seu próprio cheiro se intensificando para firmar sua posição em seu território.
Ele também era um alfa…droga! Mas por quê… era tão difícil.
“Seu merdinha, você também tem cheiro de árvore." Sukuna finalmente pegou um garfo e o apontou para ele com um pedaço. “Parece um… cacto estragado."
“Seu cu mentiroso. Pelo menos eu não fico enfiando meu cheiro no nariz das pessoas."
“Como assim?” O alfa de cabelos corais chegou mais próximo a ele, mexendo o nariz com o rosto perigosamente próximo do seu pescoço. “Eu não faço isso, hortelãzinha."
“Sai idiota!”
O barulho como de um fungar foi ouvido, o fazendo tentar se afastar do alfa, mas a necessidade de cheirar não parecia ser em relação a comida que estava em suas mãos. Sukuna olhou para o seu prato sorrindo de lado com a resposta, e depois olhou para o resto da mesa.
Ele se recostou, observando o jovem alfa de cabelos rosados e, como se fosse uma provocação natural, começou a pegar mais salgadinhos. "Ainda tem alguma coisa, eu me ofereço para comer o que sobrou, mas se não conseguir acompanhar, não me culpe."
"Tudo não é só sobre comida, seu idiota," Apesar de suas palavras,Yuji também tinha um brilho competitivo nos olhos. Ele pegou outro punhado das massas fritas, decidido a mostrar que poderia comer mais e mais rápido que seu rival.
Ao arquear uma sobrancelha, Sukuna pegou mais um punhado do prato de Yuji em vez do próprio bufê de propósito. "Você não acha que está sendo um pouco possessivo, pirralho? É só comida."
"Não é o prato, é o respeito, seu idiota!" Rebateu Yuji, afastando novamente o prato quando o outro quis se aproximar para olhar o que ele pegou.
Seu rosto já estava levemente corado, e não era só por causa da competição acirrada. O cheiro de eucalipto e couro do alfa de cabelo ferrugem estava ficando insuportavelmente forte nas suas narinas. Ele só não podia se comportar como um pequeno e fraco omega intimidado. Sukuna adorava se afirmar sobre as pessoas em qualquer lugar, impor sua presença.
Mas não com ele…de jeito nenhum.
"Respeito? Você é só um alfazinho de merda." Sukuna lançou um sorriso desafiador, claramente se dedicando a começar uma nova discussão.
Provocações e mais provocações. Yuji apertou o prato de salgadinhos vendo que o desgraçado só queria ver sua reação. Ele inclinou-se para frente, mirando diretamente seus oculares castanhos fumegantes nos olhos carmesins.
"Ah, é? Vamos ver quem tem mais estômago."
A competição começou silenciosa, mas logo se transformou em um espetáculo. Petiscos desapareciam de forma absurda enquanto o cheiro intenso dos dois alfas começava a atrair atenção.
No ar, um cheiro dominante começou a ficar intenso demais para algumas pessoas. Ijichi, um ômega que ajudava como garçom na organização da festa, franzia a testa visivelmente incomodado enquanto passava pelo local com uma bandeja de bebidas. Ele parou ao lado de Kugisaki, que conversava tranquilamente com um grupo de amigos.
“Com licença, senhorita,” se aproximou, um tanto hesitante. “Você não é amiga daquele rapaz ali?” Apontou discretamente para Yuji, que naquele momento estava enfiando uma tortinha salgada na boca, com uma expressão de pura provocação, enquanto Sukuna fazia o mesmo, porém no dobro de intensidade.
A jovem de cabelos castanhos avermelhados levantou as sobrancelhas, acompanhando o olhar do garçom. Suas sobrancelhas franziram-se firmes, suspirando ao perceber ambos os alfas idiotas em mais uma de suas disputas ridículas.
“Infelizmente, sou. O que eles fizeram agora?”
Ijichi abaixou a voz, tentando não atrair atenção para si. “É o cheiro deles. Está… forte demais. Está começando a incomodar as outras pessoas, sabe? E se continuar assim, podem acabar se machucando.”
A beta revirou os olhos. “Ah, esses dois idiotas…” Ela entregou sua taça para um colega e foi na direção deles, parando ao lado de seu amigo Megumi, que já observava a cena com sua típica expressão de tédio misturada com julgamento. O ômega de cabelos negros apreciava a festa sentado, comendo salgadinhos e tomando suco. Ela pôs a mão apoiada na cintura. “Eles estão fazendo outro ritual de acasalamento?”
Megumi apontou com o queixo para o teto. “Sim. E adivinha? Estão bem debaixo do visco.”
Um sorriso malicioso começou a se formar no rosto de Kugisaki ao seguir o olhar azul marinho dele. “Ah, isso vai ser bom, eles não viram ainda.”
“Nem perto.” O ômega deu de ombros, um traço de diversão escapando em sua voz calma. “Estão ocupados demais tentando provar quem tem mais feromônios e testosterona.”
Ela riu baixo e balançou a cabeça. “Sabe, às vezes acho que esses dois nasceram para serem idiotas juntos.” Olhou novamente para a cena, Sukuna ainda pegava comida do prato de Yuji enquanto ambos trocavam insultos. “Acho que é hora de dar um empurrãozinho neles.”
Megumi arqueou uma sobrancelha, intrigado. “O que você está pensando em fazer?”
“Ah, só algo simples.” Ela fez um gesto despretensioso com a mão. “Vou chegar lá, apontar o visco e assistir o caos se desenrolar.”
Apesar de não esboçar nenhuma emoção além de alguns sons tediosos, havia um brilho de curiosidade nos olhos do Omega de cabelos escuros.
“E você acha que isso vai funcionar? Eles provavelmente vão fingir que não ligam.”
Um olhar desafiador o encarou.
“Com Sukuna e Yuji? Duvido. Os dois são tão orgulhosos que um vai tentar superar o outro até mesmo nisso.” A ruiva avançou para perto deles, mas não antes de cochichar para o amigo: "Acho que é hora de esses dois idiotas se entenderem… chega a ficar feio ver toda essa frustração sexual contida."
“Espera um pouco”. Megumi segurou o ombro dela e parou, cheirando novamente o ar de leve. Sua natureza Ômega apurada o fez levantar de leve uma sobrancelha em curiosidade. “Yuji vai entrar na rotina logo logo, e pelo cheiro de Sukuna ele parece uma bomba relógio, pode ser desencadeada também."
“Ok…melhor ainda."
“Mas Kugis—”
Ignorando o chamado, Kugisaki se aproximou de Yuji e Sukuna com um sorriso travesso no rosto, enquanto ambos ainda estavam ocupados trocando provocações e devorando até as frutas agora, coisa que normalmente pessoas mais… carnívoras como eles não faziam.
“Grifinória meu pau, a sonserina não precisa de um Harry para ficar carregando ela."
“Exatamente, não tem um inútil que preste lá."
A beta se aproximou e Megumi a seguia de perto, claramente curioso para ver como ela conduziria a situação.
“Vocês dois são tão retardados, burros,” comentou casualmente, cruzando os braços e parando entre eles.
“Do que você está falando?” Yuji perguntou, ainda mastigando, enquanto Sukuna arqueava uma sobrancelha com uma melancia na boca — claramente desconfortável em serem interrompidos.
“Vocês perceberam onde estão?” Tirando a mão da cintura, a ruiva apontou sutilmente para o teto.
Ambos olharam para cima ao mesmo tempo, e a visão do visco pendurado bem acima de suas cabeças fez o sangue subir ao rosto de Yuji. Sukuna, por outro lado, apenas estreitou os olhos, mas o leve franzir de sua sobrancelha denunciava o desconforto.
“Ah, qual é, não me diga que vocês vão ignorar a tradição,” Kugisaki provocou, sua voz cheia de malícia.
“Isso é idiota,” Sukuna resmungou, desviando o olhar. “Não vou beijar ninguém de graça."
“Idiota ou não, é a regra,” Kugisaki insistiu, dando de ombros. “Ou vocês vão admitir que têm medo?”
“Medo? Eu? Tá brincando… né?” Yuji rebateu, mas era evidente que ele estava tentando manter a compostura.
“Então provem,” ela desafiou, apontando para a planta verde novamente.
Os dois universitários recém formados trocaram olhares, cada um tentando avaliar a determinação do outro. Nenhum deles queria ser o primeiro a ceder, mas também não queriam parecer covardes.
Finalmente, Yuji suspirou e deu um passo à frente.
“Ok, mas só um selinho. Nada demais,” ele murmurou, olhando de relance para Sukuna. “Não vai me passar boqueira, cabeça de árvore."
“Tá achando que eu sou o que, hortelãnzinha? Você deveria se sentir privilegiado, anda logo.” Sukuna respondeu, mantendo o tom indiferente, mas o leve rubor em seu rosto o denunciava. “Quanto antes acabar, melhor."
Os dois se inclinaram para frente, hesitantes, enquanto algumas pessoas começavam a se formar ao redor deles, com algumas pessoas sussurrando e outras rindo baixinho.
Não era proibido ou repudiado, mas dois alfas se beijando? Não era todo dia que podia ver um acontecimento desses.
Os olhos de Yuji seguiram a direção nos de Sukuna, tremendo ao vê-lo fechá-los antes de fazer o mesmo. Quando seus lábios finalmente se encostaram em um selinho rápido, a galera explodiu em aplausos e assobios. O alfa mais novo recuou rapidamente, esfregando a nuca e evitando o olhar do mais velho, enquanto este cruzava os braços e tentava parecer indiferente, embora o cheiro ligeiramente alterado entregasse seu nervosismo. Com ódio olhava cada pessoa que o encarava, as fazendo logo recuar por sua cara marrenta tatuada.
“Pronto. Acabou,” Sukuna declarou, olhando para Kugisaki com irritação.
“Ah, foi tão sem graça,” ela zombou, revirando os olhos. “Eu esperava mais de vocês dois.”
“Se não gostou, azar o seu,” Yuji retrucou, tentando esconder sua vergonha com um tom irritado.
A amiga riu, claramente satisfeita por tê-los colocado nessa situação, mas decidiu levar as coisas a um novo nível. Virando-se para o restante de seus amigos, ela anunciou: “Ok, já que esses dois são tão covardes, que tal um jogo para animar a noite? Verdade ou desafio. Quem topa?”
A proposta foi recebida com entusiasmo pelos que estavam ali próximos: Todo, Maki, Yuta, Hakari e Kirara se juntaram rapidamente, curiosos para ver até onde a colega iria com suas provocações. Megumi quase chegou a ser arrastado contra a própria vontade por Yuta quando o veterano o viu tentar sair de fininho.
“Vocês dois também estão convidados,” ela disse, apontando para ambos os dois rivais que até aquele momento estavam parados ali.
“Passo,” Sukuna respondeu imediatamente, mas Todo o interrompeu, batendo-lhe no ombro com força, enquanto enganchava o braço em volta do pescoço de Yuji.
“Ah não, grande Sukuna! Você não vai fugir de um desafio, não é?”
Diante da provocação do armador de seu próprio time, Sukuna deu um breve rangido de dentes, mas sabia que recusar só faria parecer que ele estava com medo. Yuji, por sua vez, já estava aceitando com entusiasmo, aparentemente mais interessado em mascarar sua vergonha do beijo público com outra atividade.
“Tá, mas nada de brincadeiras idiotas,” Finalmente concordou, soltando um suspiro irritado. “É bom não ser chato." tirou a mão cheia de odor esquisito que dava tapinhas em seu ombro, seu próprio cheiro alfa ficando mais intenso ao ver Todo logo levar Yuji entusiasmado.
Com todos a bordo, o grupo deixou o salão principal da festa e seguiu para uma das salas de aula vazias do campus, transformando-a em um espaço improvisado para o jogo. Kugisaki liderava o caminho, um sorriso vitorioso no rosto.
…
A sala de aula estava iluminada apenas pelas luzes das lanternas coloridas, criando uma atmosfera descontraída e, ao mesmo tempo, intimista. Todos estavam sentados em círculo no chão, com a garrafa no centro, e Kugisaki estava no comando, exibindo um sorriso animado.
“Ok, pessoal, aqui estão as regras: se você fugir de um desafio ou escolher só verdade o tempo todo como três vezes seguidas, vai ter que pagar um mico terrível no final,” anunciou cruzando os braços. “Sem desculpas, entendido?”
“Pode mandar o que quiser, moça. Eu sou um homem sem medo,” declarou Todo, rindo e piscando para Megumi, que virou o rosto, o ignorando deliberadamente.
“Eu só espero que isso não vire bagunça,” Megumi comentou, ajeitando-se desconfortavelmente. Apesar disso, seu semblante denunciava ansiedade.
Um alfa de cabelos roxos — Hakari, com uma expressão meio entediada, deu de ombros. “Isso parece perda de tempo, mas vamos lá.”
“Ah, meu amor, se você não se divertir, vai ser culpa sua,” Sua namorada Kirara, lhe deu um sorriso com claras expectativas. “Além disso, eu quero ver o circo pegar fogo.”
“O mais importante,” A ruiva interrompeu os murmúrios, cruzando os braços com autoridade. “Pra começar alguém gira a garrafa, e quem for escolhido decide: verdade ou desafio.”
“Idiota, Isso é óbvio.” Sukuna resmungou baixinho, recebendo um leve chute.
“Ei, para de ser um porra,” Yuji sussurrou retirando a perna, mas Sukuna apenas o ignorou.
A garrafa girou pela primeira vez, parando em Hakari. Sem hesitar, ele escolheu desafio, com um sorriso confiante no rosto.
Maki, que estava do outro lado da garrafa, ergueu a sobrancelha e o desafiou. “Quero ver você fazer cinquenta flexões com sua gata nas costas.”
“Que boazinha…” O homem deu de ombros, como se fosse fácil. Kirara, divertida, subiu em suas costas, e o moreno de cabelos púrpuras começou as flexões sem esforço, arrancando risos e aplausos de todos.
A próxima rodada parou em Megumi, que também escolheu desafio, apesar do olhar cauteloso. Yuta, sorrindo de forma amigável, propôs: “Plante bananeira por 20 segundos.”
O ômega revirou os olhos, mas aceitou. Ele conseguiu realizar o desafio com perfeição, mas não sem reclamar depois de como as costas estavam ficando estranhas, como um bom gamer sedentário. Logo mais chegou a vez de Todo, sendo desafiado por Yuji. Este deu um sorriso cúmplice, olhando para Megumi, que estava tentando manter a compostura com o que significava.
“Quero ver você dar um beijo romântico na mão do Megumi,” Yuji declarou, o sorriso travesso ainda no rosto.
Todo arqueou a sobrancelha, mas não se intimidou. Pelo contrário, ele pegou a mão de Megumi e deu um beijo teatral, piscando para ele. O ômega virou o rosto rapidamente, tentando esconder o leve rubor. Yuji apenas soltou uma risadinha, sabendo que seu amigo tinha uma queda pelo alfa maluco.
Depois de algumas rodadas, a garrafa finalmente parou entre Yuji e Sukuna.
O ambiente ficou tenso, e todos os olhares se voltaram para eles.
“Você primeiro.” Com iniciativa Kugisaki olhou para o alfa tatuado, já que ele ainda não havia participado.
Sukuna suspirou dramaticamente e cruzou os braços. “Verdade." Respondeu privando ainda sua dignidade.
“Sem graça,” ela zombou, mas aceitou.
Após uma pergunta simples e entediada de Hakari, e uma resposta curta e irritada de Sukuna, chegou a vez de Yuji, o que arrancou piadas.
“E você, Barbie? Verdade ou desafio?”
Antes que Yuji pudesse responder, Sukuna interveio com um tom sarcástico: “Tch. Claro que ele vai escolher a verdade. Não tem coragem de escolher desafio.”
O de cabelos rosados imediatamente se sentiu provocado. Ele se endireitou no chão, lançando um olhar irritado ao seu rival.
“Desafio,” respondeu com firmeza, ignorando o olhar interessado de Sukuna e o sorriso travesso da amiga com aquilo.
“Isso sim, meu brother é corajoso!” Todo gritou, batendo palmas.
Kugisaki parecia mais animada do que nunca. “Ah, amigo, eu sabia que você ia me dar material pra diversão. Aqui vai o seu desafio: você vai sentar no colo do Sukuna pelo resto da rodada até chegar sua vez de perguntar.”
Sem inibição, o rosto de Yuji corou imediatamente. “O QUÊ?!”
“Isso mesmo. Um desafio é um desafio.”
Todos riram, exceto Sukuna, que estreitou os olhos para Kugisaki, que sorria.
“Desgraçada, você é insuportável.”
“Eu sei.”
Com todos os olhos sobre Yuji, ele hesitou por um momento, mas a sensação de que desistir daria a Sukuna a vitória da provocação o fez bufar e se levantar.
“Tudo bem, mas não reclama depois,” ele murmurou pra a beta, enquanto se aproximava de Sukuna e se sentava desajeitadamente em seu colo.
“Calma aí princesa, nem me ajeitei."
“Oh desculpa, esqueci que um bruto como você não sabe ser cavalheiro." Yuji então pôs os braços nos ombros do outro ficando de frente conforme a amiga ordenou, firmando sua posição como se fossem um casal.
“Idiota."
“Para de chorar."
O grupo explodiu em risadas quando o cheiro misturado de ansiedade dos alfas subiu. Sukuna permaneceu imóvel, com uma expressão de total desgosto, mas o leve rubor em seu rosto também o traiu quando quase não sabia onde pôr as mãos. Se vendo sem opções tinha que apoiar as mãos nas costas do alfa menor, mantendo o contato dos corpos.
“Pronto. Agora gire a garrafa logo,” ele resmungou, tentando ignorar a situação e se ajeitando de lado para ter uma maior visualização, tentando em vão ignorar a bunda grande agora enfurnada em sua pélvis e o cheiro impregnado de hortelã no seu nariz. O mais novo, apesar de inicialmente desconfortável, começou a relaxar e até soltou um pequeno sorriso. Afinal, ele havia provado que não fugiria de um desafio — principalmente se isso significasse contrariar Sukuna.
“Ei, segura direito, eu tô caindo.” Yuji se ajeitou, soltando os ombros de Sukuna, que instintivamente segurou sua cintura agora, deixando o contato ainda mais íntimo.
“Tá bom, princesa,” Sukuna murmurou ao deixá-lo se esticar para girar o objeto, apertando os dedos nas costelas de Yuji, fazendo-o sentir a pressão de suas mãos. A sensação de proximidade e o calor do outro não passaram despercebidos por Yuji, que sentiu seu coração acelerar.
Quando a garrafa girou novamente, Maki escolheu desafio. Yuji observou atentamente, já vendo que Yuta seria o próximo a fazer a pergunta. Ele trocou um olhar rápido com o amigo, como se ambos tivessem uma conexão mental instantânea. Yuta captou o recado e abriu um sorriso travesso, como quem sabe exatamente o que está prestes a fazer. O resto do grupo não entendeu nada, mas se divertiu com a troca silenciosa entre eles. Não perdendo a chance, Yuta declarou com malícia:
“Beije a Kugisaki.”
Um silêncio profundo tomou conta da sala, criando uma tensão quase de ansiedade. Kugisaki congelou, os olhos arregalados, e quase deixou o copo de energético que segurava cair da mão. “Tá brincando, né?!” ela exclamou, tentando esconder o nervosismo com uma risadinha sem graça.
A alfa — Maki, séria e impassível como sempre, se levantou com a confiança de quem sabia exatamente o que estava fazendo. Caminhou na direção de Kugisaki com um olhar firme, quase predatório. Todos na sala estavam tão concentrados que se podia ouvir cada respiração suspensa. A expectativa era total.
“Não vou fugir de um desafio,” Maki disse com voz suave, mas cheia de determinação, parando bem na frente da ruiva.
Em um movimento rápido e sem hesitação, ela segurou o rosto da amiga com firmeza, aproximou-se e deu um beijo profundo, intenso e, acima de tudo, seguro de si. Kugisaki ficou paralisada, os olhos ainda maiores, e a sala explodiu em gritos e assobios. O beijo não foi qualquer toque breve — foi um beijo pleno, cheio de confiança e intensidade, tão arrebatador que fez a jovem beta perder completamente a postura com o contato da alfa. A pressão do momento fez até os mais tímidos rirem nervosamente, enquanto outros apenas observavam, chocados, mas entretidos.
Em resposta ao ósculo, duas fragrâncias brevemente apareceram entre o grupo, o da beta mais fraco, em sinal de submissão ao de couro chamuscado da alfa.
Quando Maki finalmente se afastou, um sorriso de satisfação curvava seus lábios. Kugisaki, por sua vez, estava totalmente fora de si, com o cabelo despenteado e o rosto ruborizado como um tomate maduro. Ela tentou se recompor, mas a vergonha era evidente.
“Q-quê… Você tá maluca?!” Kugisaki gaguejou, passando as mãos pelos fios de cabelo, tentando organizar-se, mas sem muito sucesso, enquanto olhava ao redor, completamente embaraçada.
“Foi um desafio,” A moça de cabelos verdes respondeu com naturalidade, voltando ao seu lugar como se acabasse de dar um simples cumprimento. Sua postura descontraída contrastava com a reação de Kugisaki, que ainda tentava se recompor.
“Desafio é desafio,” Yuji comentou com um sorriso travesso, repetindo as palavras de Maki com a mesma expressão satisfeita, sem deixar de rir da situação.
Yuta, controlando o riso, deu uma leve cotovelada na beta. “Você tá bem aí?”
“Bem?! Eu tô… eu tô… Ah, cala a boca, Yuta!” Ela respondeu rapidamente, tentando disfarçar o nervosismo, mas não conseguindo esconder o rubor em suas bochechas enquanto os risos e conversas animadas tomavam conta da sala.
Enquanto isso, Maki relaxou, cruzando os braços e se acomodando com um sorriso de quem acabou de vencer uma pequena batalha. Ela estava completamente tranquila, enquanto Kugisaki ainda se perguntava o que acabara de acontecer.
“Você não presta pirralho."
Yuji sentiu o aperto de Sukuna em sua cintura e desfez o sorriso travesso em seus olhos, somente para ter o vislumbre dos olhos profundos de Sukuna contra os seus. Ele havia se animado com aquilo e seu corpo contra o outro se sentia mais quente ainda.
Suas calças se sentiam estranhas com o cheiro deles se misturando daquele jeito.
Kugisaki olhou para Yuta com olhos cheios de um fogo irritado, seus lábios se curvando em um sorriso travesso, mas cheio de intenção. "É uma pena o Toge estar doente hoje," ela disse, sua voz quase cantando com sarcasmo. "Yuta Okkotsu… você me paga por essa."
O universitário de cabelos negros curtos — claramente sem arrependimentos — deu de ombros e riu, sem deixar de se divertir com a situação. Ela também deu um olhar para Yuji que ainda estava no colo de Sukuna, a intencionalidade nos olhos prezava o que está por vir.
A garrafa continuou girando, e a tensão no ar só aumentava conforme os desafios seguiam. Cada rodada parecia mais um jogo psicológico, e os olhares de todos se fixavam nos dois alfas juntos, onde o cheiro estava ficando cada vez mais forte conforme a vez de Yuji perguntar não chegava. Kugisaki observava cada movimento com um sorriso malicioso nos lábios, ansiosa para sua vez.
Era só um empurrãozinho.
Primeiro, Yuta deu um sorriso travesso e fez um desafio simples, mas que não causou grande impacto. Kirara, com uma expressão curiosa, também fez sua pergunta, mas não havia nada de mais em suas perguntas. Até que a garrafa finalmente parou em Sukuna.
O alfa mais experiente do time de basquete agora tinha uma leve camada de suor no rosto, mas não dava sinais de desconforto pelo peso no colo ou pela brincadeira, e Yuji sentiu um frio na barriga. O nervosismo tomou conta dele porque seu próprio cheio estava bem saturado, e o cheiro de couro com eucalipto estava entranhado agora em sua pele, fazendo formigar a cada segundo.
Sua própria respiração estava também um pouco alterada, seu peito estava apertado e suas mãos coçaram para não agarrar aqueles ombros musculosos por debaixo do terno do outro homem de cabelos corais.
Sua própria atenção tentou se desviar agora para sua amiga.
Ele sabia o que Kugisaki era capaz de fazer por vingança, e o olhar dela estava carregado de intenção para eles. Sua mente começou a trabalhar rapidamente, tentando imaginar as possíveis atrocidades que ela poderia pedir, e ele se sentiu ainda mais desconfortável ao perceber que poderia não haver como escapar disso.
Mesmo não querendo, inclinou para Sukuna, seus lábios quase tocando o ouvido do outro alfa, que quase deu um pulo pra trás. Murmurou, com um tom de súplica:
"Cara, se você não quiser de ferrar, escolhe a verdade… se não, não vai sair nada de bom."
Sukuna fungou o nariz com a proximidade e apenas olhou para ele hipnotizado, parecia meio sem expressão, mas os olhos profundos refletindo a decisão óbvia: Não obedecer. O olhar que lanço parecia ser uma resposta silenciosa, clara e direta. Ele não faria o que Yuji pediria, e o jovem alfa sabia da teimosia.
“Eu escolho desafio."
Novamente o momento de silêncio que se seguiu foi pesado, todos aguardando o que a mulher jovem faria. Então, finalmente, com um sorriso vitorioso e um tom de vingança, Kugisaki se inclinou em seu próprio lugar, com os olhos brilhando de malícia, fez sua pergunta.
"Eu te desafio a beijar Yuji por um minuto…e não quero um beijinho de merda."
As palavras dela cortaram o ar, e os sussurros se espalharam pela sala. Todos estavam em choque e realmente interessados no que acabara de ser proposto. Yuji engoliu seco, seu rosto ficando vermelho instantaneamente. Ele olhou para Sukuna com uma mistura de nervosismo e expectativa, não sabendo como o outro reagiria. Mas, o olhar de Sukuna não mudou, ele parecia tão calmo e impassível quanto sempre.
“Desafio aceito."
A tensão nos cheiros impregnados naquele lugar era impressionante. Os sons foram quebrados apenas pela respiração contida de Yuji, que agora sentia como se estivesse preso em um redemoinho de emoções. Ele mal teve tempo de processar a resposta de Sukuna antes que este o segurasse pela nuca, com firmeza e um toque quase possessivo.
Sukuna inclinou a cabeça, seus olhos fixos nos de Yuji. O momento parecia se arrastar, como se o tempo houvesse desacelerado. Yuji sentiu um arrepio percorrer sua espinha, e a intensidade daquele olhar fez seu coração disparar ainda mais rápido. Não havia hesitação no alfa mais velho — apenas determinação e um quê de provocação.
Sem cerimônias, Sukuna inclinou-se, capturando seus lábios em um beijo firme.
Inicialmente, o toque era controlado, quase metódico, como se Sukuna estivesse avaliando a reação dele. O calor invadiu seus corpos, e o jovem alfa mal sabia o que fazer com as mãos, que instintivamente se agarraram ao tecido da camisa de Sukuna, transformando o momento em algo muito mais profundo.
Os demais observavam com uma mistura de choque e fascínio. Kugisaki, com um sorriso satisfeito, cruzou os braços e murmurou para Yuta:
"Isso vai ser interessante de assistir."
Enquanto isso, Yuji sentia o mundo ao seu redor desaparecer. A única coisa que importava era o toque de Sukuna, o gosto dele e o calor que irradiava de seus corpos. Sukuna, por sua vez, parecia completamente no controle, como se soubesse exatamente o impacto que estava causando.
Apesar de que, seus feromônios estivessem mais que descontrolados e transparentes do que nunca.
Em mais de trinta segundos passados, respirações e sons de pequenos gemidos junto a beijos estalados; o cheiro de Yuji começou a mudar: hortelã e cereja ficando mais doce e intenso, como se seu corpo estivesse reagindo ao alfa à sua frente. Sukuna percebeu isso instantaneamente, seus olhos semicerrando enquanto ele enfiava a língua na boca do outro alfa para aumentar a profundidade. Seu cheiro de couro e eucalipto também começou a se misturar ao de Yuji em uma combinação quase sufocante.
O alfa mais jovem sentiu as mãos de Sukuna apertarem sua cintura, firmes, enquanto ele o puxava para mais perto. Sem perceber, passou os braços ao redor do pescoço tatuado. Suas mãos tremiam levemente enquanto os dedos entrelaçavam nos fios corais incrivelmente macios.
Os dois se esqueceram do tempo, do desafio, e até mesmo das pessoas ao redor. O beijo tornou-se mais faminto, como se ambos estivessem tentando reivindicar algo um do outro. O calor aumentava, assim como o desejo, e o mundo ao redor parecia se dissolver. Quando o minuto estipulado chegou e passou, Kugisaki, de olhos arregalados, observava a cena sem acreditar.
"Eu… acho que já passou um minuto," ela murmurou para Yuta, que assentiu silenciosamente para o relógio no celular, igualmente chocado.
"Se eles não pararem, eu juro que jogo um balde de água fria neles," disse Maki, cruzando os braços.
O alfa de cabelos roxos franziu o cenho e levantou uma sobrancelha. "Eles vão entrar no cio se continuarem desse jeito. Alguém tem que parar isso antes que a coisa fique ainda mais feia."
“Eu já avisei a Kugisaki, Yuji já estava quase entrando, mas agora…”
Megumi então viu o colega moreno se aproximando. Hakari chegou colocando as mãos nos ombros de Sukuna e Yuji, porém, ambos imediatamente rosnaram. Um som baixo e ameaçador soou sem sequer abrirem os olhos ou interromper o beijo. O intruso recuou, estreitando os olhos.
“Vocês dois estão fora de controle,” ele murmurou, antes de colocar as mãos na nuca de ambos e apertar, forçando-os a se separar. “ACORDEM, SEUS CÃES!”
Sukuna e Yuji pararam, ofegantes e claramente irritados. Ambos viraram os olhos furiosos e brilhantes para Hakari, que tentou permanecer firme apesar do peso da ameaça em seus olhares.
"Eu não estou com humor para babysitting," Deu um rosnado firme, soltando-os. "Vão arrumar um quarto antes que eu quebre seus narizes!"
Ainda respirava com dificuldade, Yuji desviava os olhos, enquanto Sukuna simplesmente ajeitava sua postura, passando a mão pelos cabelos com um sorriso arrogante.
"Se fosse para interromper, podia ter feito de um jeito menos irritante."
"Se eu não tivesse feito, vocês provavelmente ainda estariam grudados," Hakari retrucou, cruzando os braços.
Enquanto isso, Yuji mal conseguia formular uma resposta, sua mente ainda tentando processar o que acabara de fazer em meio às suas emoções. Seu rosto estava vermelho como nunca, e ele sentia o calor subindo por todo o corpo. Suas calças estavam super apertadas e com certeza, tinha certeza que quase deu um nó orgásmico com apenas um beijo.
Seus olhos se fixaram nos de Sukuna, que não o largou de jeito nenhum.
Se sentia ainda zonzo, o coração martelando no peito e a respiração descompassada enquanto encarava o outro, cujo olhar permanecia fixo nele, penetrante e inabalável. Com o rosto também vermelho, o alfa mais velho parecia absolutamente calmo, mas havia um brilho nos olhos dele que não conseguia decifrar.
Algo entre orgulho, satisfação e… desejo?
Sukuna não conseguiu resistir ao cheiro do cio que emanava do mais jovem. Seu próprio instinto primal, latente, começava a se manifestar, como uma fera à espreita. Parecia paralisado e com os olhos fixos no mais novo, como se estivesse preso em um feitiço. Sem perceber, inclinou-se, enterrando o nariz no pescoço de Yuji. O aroma saturado, quente e intoxicante, o fez fechar os olhos por um momento, saboreando cada segundo. Quando um som trêmulo e abafado escapou dos lábios de Yuji, a sala inteira pareceu congelar. Era um ruído que misturava surpresa e entrega, algo que fez o coração de todos acelerar.
Então, veio a palavra.
"Alfa."
Ela foi dita em um tom baixo, quase um sussurro, mas ressoou como um trovão, reverberando em cada canto da sala. Um chamado instintivo, carregado de submissão e desejo, algo que Yuji claramente não havia planejado, mas que brotou de dentro dele de forma incontrolável. Sua voz trêmula rompeu o silêncio, deixando todos em choque.
Sukuna ergueu o rosto lentamente, os olhos semicerrados e um sorriso perigoso dançando em seus lábios. Ele sabia exatamente o peso daquela palavra e o que ela implicava. Sua expressão era um misto de satisfação e provocação, como se estivesse saboreando uma vitória. Avaliava Yuji com atenção, seus olhos viajando por cada reação, cada movimento. O desejo e a vulnerabilidade do mais jovem eram quase tangíveis.
Yuji o havia escolhido. Ele o queria como seu alfa, e o chamado instintivo era um claro desejo de reivindicação.
Sukuna podia sentir isso. Apesar de estar no controle da situação, a intensidade de seus próprios instintos começava a desafiá-lo, como uma chama que queimava mais quente a cada segundo.
Kugisaki, que havia assistido tudo até agora com um sorriso de satisfação, viu que finalmente perceberam. Ela se levantou abruptamente, estendendo as mãos em um gesto de pausa.
"Ok, já nos divertimos pra um nível que eu não quero mais testemunhar," ela disse, sua voz carregada de animação. “Alguém os ajude a chegar no dormitório de Yuji.”
Ela lançou um olhar direto para Sukuna, que prontamente envolveu os braços ao redor do alfa mais jovem. Yuji, completamente tomado pela vergonha, escondeu o rosto no pescoço do alfa, como se quisesse desaparecer do mundo.
"Eu cuido dele," declarou Sukuna, com firmeza e sem hesitação.
Sem esforço, ele se levantou com Yuji em seus braços. Sua força descomunal e os passos firmes, carregados de determinação, ecoaram pelo ambiente. O cheiro denso e forte que emanava de ambos tornava impossível ignorar a tensão sexual.
Com a mão no nariz enquanto observava com atenção, Megumi trocou um olhar significativo com Yuta e Todo de forma breve e direta.
"Vamos. Precisamos escoltá-los.”
…
Caminhando em passos rápidos, Sukuna finalmente alcançou o dormitório de Yuji. No entanto, o trajeto não passou totalmente despercebido. Eles cruzaram com várias pessoas pelo caminho, e a cena era no mínimo provocante — um alfa claramente à beira da rotina, carregando outro no cio, com o volume entre as pernas inconfundível. Apesar dos feromônios no ar, seus amigos estavam sempre um passo à frente, apaziguando a situação e afastando olhares curiosos ou julgadores.
Tomado pelo instinto, Yuji de vez em quando dava pequenas lambidas no pescoço de Sukuna. O toque era breve, mas intenso, como se quisesse reivindicar ou apressar algo, enquanto inalava profundamente o cheiro marcante do outro. O gesto quase inconsciente fazia Sukuna perder o foco por segundos cruciais. A cada nova lambida ou leve mordida que Yuji ameaçava o fazia sentir seu autocontrole escorregar por um fio tênue.
O desejo de reivindicá-lo ali, naquele momento, era quase insuportável.
Morder a nuca de Yuji e marcá-lo como seu era uma ideia que parecia implorar para ser realizada. Sukuna não sabia se alfas podiam dar nó em outros alfas, mas seus instintos agora falavam mais alto do que qualquer dúvida. O que importava naquele momento era o calor avassalador do contato com Yuji, seu cheiro forte apesar de doce e inebriante, e o chamado que pulsava no ar entre os dois, como um convite irresistível.
Quando Sukuna chegou à porta do dormitório, seu instinto foi interrompido por um cheiro familiar e adocicado se aproximando.
“SAIA, OMEGA!” O desprezo na voz era claro, e seu nariz se enrugou em nojo ao sentir a presença de Megumi.
Ignorando a ira com um olhar calmo, o amigo de Yuji levantou uma das mãos, mostrando um objeto brilhante. “Essa aqui é a chave extra que eu tenho do quarto dele, por precaução. Você pode ficar com ela.”
Todo também estava ali um pouco mais afastado, esperando qualquer atitude impensável.
Sukuna franziu a testa, tentando controlar o próprio cheiro, que ficou mais intenso com a situação. Mas quando Yuji, novamente, mordeu de leve seu pescoço e resmungou, a intensidade do desejo tomou conta dele.
“Alfa.”
Sem dizer uma palavra, o alfa dominante abriu a porta com força, fechando-a rapidamente atrás de si, isolando-se do mundo exterior. Dentro do quarto, o som de suas respirações ofegantes era a única coisa que importava, entrecortada pela pressão do cheiro inebriante que pairava no ar, conectando-os de maneira íntima e urgente.
“Sukuna.”
Logo que suas costas bateram contra a porta, Yuji que estava ofegante, buscou seus olhos. O olhar ardente do mais jovem encontrou o dele, e suas respirações entrecortadas se mesclaram em um ritmo selvagem, como se o mundo ao redor simplesmente tivesse desaparecido.
A lucidez de Sukuna começava a se esvair, sendo consumida pelo turbilhão da rotina que chegava com força. Seus braços deslizaram ao redor do alfa mais jovem, deixando-o descer de seu colo com cuidado no chão sem nunca cessar o contato.
“Agora você é meu.”
Levou a mão ao rosto de Yuji, seus dedos acariciando a bochecha quente que se esfregou contra sua palma. O toque íntimo arrancou um gemido rouco do mais novo. Parecia conter um rosnado ansioso, uma mistura crua de cereja e almíscar que saturava o ar ao redor, expondo sua ansiedade e desejo.
“Eu sempre fui.”
Essas palavras, ditas em um tom grave e sincero, atingiram Sukuna como um trovão. Uma sensação de pertencimento e desejo cresceu dentro dele, seu instinto clamando por mais. Com firmeza, se aproximou, inclinando-se para cheirar o aroma único e intoxicante de Yuji.
O garoto de cabelos rosados foi o primeiro a agir, desfazendo rapidamente as camadas de roupas que cobriam Sukuna. O mais velho não ficou para trás, suas mãos experientes trabalhando para remover as vestes do terno de Yuji com igual pressa. Quando seus lábios finalmente se encontraram novamente, era como se ambos estivessem se provando pela primeira vez, uma troca ardente de essência e fervor.
As roupas foram caindo, uma a uma. Sukuna agora explorava o pescoço de Yuji com a língua, lambendo e traçando o contorno de sua pele, enquanto o guiava em direção à cama do dormitório. Com um empurrão suave, Yuji sentou-se, mas não houve pausa. O mais velho se inclinou para se sentar sobre ele, seus dedos ágeis desfazendo os botões da camisa do outro jovem com rapidez.
No entanto, antes que pudesse terminar, Yuji agarrou a camisa de Sukuna com força e a rasgou de cima a baixo, os botões voando em todas as direções.
“Seu merdinha, essa blusa foi cara.” Sukuna rosnou, estreitando os olhos.
“Você estava demorando demais.”
A voz de Yuji era grave, quase um grunhido, enquanto seu rosto se inclinava contra o peitoral de Sukuna. Sua língua quente traçou um caminho pelos músculos definidos, parando somente para beijar e chupar com intensidade perto de seus mamilos. Sukuna ofegou, sentindo a pressão da boca, enquanto seus próprios dedos deslizavam pelos cabelos cerejeiras, puxando-o para mais perto, antes de se enroscar ao mesmo nível de olhares. Não havia mais espaço para palavras; apenas o som de respirações pesadas, beijos urgentes e o cheiro inebriante que envolvia os dois como um laço irrompível.
O alfa mais novo estava ficando ousado. As mãos firmes de Yuji passeavam pelas costas de Sukuna até apertarem seus glúteos com uma intensidade que fez o mais velho soltar um gemido rouco, involuntário. A surpresa tomou conta dele por um breve instante. Ele conhecia Yuji como alguém tímido em questões de relacionamento, apesar de toda sua espontaneidade e simpatia. Mas agora, naquele momento, o alfa mais jovem mostrava uma confiança que parecia surgir das profundezas de seus instintos mais primordiais.
“Mãozinha atrevida…” provocou, sua voz grave carregada de desejo e um toque de diversão.
Com o rosto vermelho e ofegante, Yuji levantou o olhar, um brilho desafiador dourado dançando em seus olhos. “E você não vai fazer nada a respeito?”
“Está cheio de coragem hoje, não é, pirralho?”A voz de Sukuna era carregada de um tom grave e intenso, mas com uma pitada de diversão que não conseguiu esconder em sua provocação. Recebeu os olhares dourados com um brilho malicioso cintilando em meio à sua expressão ruborizada.
“Você sempre disse que eu deveria agir quando quisesse algo. Só estou… seguindo seu conselho.”
A resposta deixou Sukuna sem palavras por um breve instante. Ele rosnou baixinho, um sorriso quase predador surgindo em seus lábios. “Então é assim que você quer brincar?”
Antes que Yuji pudesse responder, Sukuna o empurrou com mais força usando o próprio peso para deitá-lo, suas mãos explorando o corpo do mais jovem sem hesitação. Ele era meticuloso, deixando seus toques alternarem entre firmes e provocativos, fazendo Yuji estremecer a cada movimento.
“Se vai tentar me domar, prepare-se para lidar com as consequências,” Sukuna sussurrou próximo ao ouvido do corpo menor, mordiscando suavemente o lóbulo dele antes de traçar um caminho de beijos quentes até sua mandíbula.
Com as mãos ainda livres, Yuji respondeu apertando ainda mais os glúteos de Sukuna, arrancando um gemido mais profundo. O alfa mais velho podia sentir o calor subindo entre eles, cada gesto reforçando a intensidade do momento.
Sukuna sabia que não poderia deixar Yuji tomar completamente o controle — não sem uma luta. Ele estava disposto a ensinar ao outro alfa que, quando se trata de qualquer competição, ele sempre terá a última palavra. Ele riu baixo, um som grave que reverberou pelo quarto.
“Hortelãzinha, Vou ter que te ensinar quem manda aqui.”
Yuji respondeu com um sorriso desafiador, os dedos ágeis desfazendo as calças de Sukuna em resposta. “Então me mostra, alfa.”
Como uma cascata que havia de libertado, o cheiro inebriante de couro logo deu lugar a uma mistura mais intensa e primitiva — um aroma de eucalipto fresco, como o ar após uma chuva torrencial. Era instintivo, arrebatador. Yuji sentiu o coração disparar ao perceber o significado daquela mudança.
Sukuna finalmente estava no cio.
O impacto foi imediato. O mais velho avançou com uma intensidade renovada, arrancando as calças de Yuji em um movimento firme, expondo-o por completo. A urgência queimava nos toques e no olhar predador de Sukuna, e Yuji, incapaz de resistir, deixou um gemido escapar quando suas pernas foram abertas com um gesto seguro e dominante.
Agora nus, os corpos dos dois se encontraram, e o calor entre eles se tornou quase sufocante. O rosnado grave de Sukuna reverberou pelo quarto enquanto ele puxava Yuji para ainda mais perto, suas mãos e a boca explorando cada linha do corpo do alfa mais jovem.
Os lábios se uniam e se separavam apenas para se encontrar novamente com ainda mais ferocidade, um jogo de domínio onde cada gemido parecia uma vitória temporária. O calor entre eles era quase insuportável, uma corrente elétrica que percorria seus corpos e se intensificava a cada toque.
As ereções completamente despertas se encontraram, criando uma fricção frenética que arrancava gemidos profundos de ambos. A respiração de Yuji estava entrecortada, e seu aroma doce e poderoso de cereja tornou-se ainda mais fresco, misturando-se com a essência primitiva de Sukuna que dominava o ambiente.
O mais velho, com mãos grandes e ágeis, apertava e massageava as coxas de Yuji, deslizando os dedos com maestria para arrancar mais gemidos do alfa mais jovem. A pele tremia sob o toque dominante, de desejo e nervosismo que o fazia se render completamente àquele momento.
“Vou preparar você.” Sukuna murmurou em um tom rouco, sua voz carregada de desejo enquanto deslizava os lábios pela curva do pescoço de Yuji, mordiscando levemente a pele sensível.
“Sukuna…,” Yuji respondeu entre gemidos, seu corpo arqueando em direção ao do outro alfa enquanto suas mãos buscavam se firmar nos ombros largos do mais velho.
O quarto parecia pequeno demais para conter a intensidade entre os dois, o ar pesado com o cheiro de alfas em um frenesi de desejo e conexão. Não havia mais espaço para dúvidas, apenas o instinto falando mais alto enquanto os corpos se moviam em sincronia. Com a mão firme Sukuna juntou os dois paus, bombeando de leve sentindo Yuji traçar beijos em seu pescoço ameaçando morder, seu próprio olhar vagando ao redor do quarto em busca de algo.
"Você tem lubrificante ou algo pra usarmos?" Perguntou com voz rouca e ansiosa, a urgência no tom revelava o quanto ele estava cobiçoso. Estava quase perdendo os sentidos numa vontade de estar entre aquelas pernas deliciosas.
Yuji inspirou fundo e sacudiu a cabeça.
“Não…”
Sukuna rugiu frustrado e se afastou um passo, seus olhos ardendo com desejo. Mas antes que pudesse fazer qualquer reclamação, Yuji agarrou seu maxilar entre as mãos e puxou para si até seus lábios se encontrarem novamente num beijo possessivo e faminto. Após alguns segundos Yuji se afastou do beijo com esforço, seus olhos brilhando de desejo enquanto ele balançava a cabeça.
“Espera um minuto, eu vou ver o que acho." Se levantou e correu para o mini banheiro ali ao lado.
Sukuna o observou partir com uma expressão incandescente no rosto. Ele já estava quase explodindo de desejo e não sabia como aguentar mais tempo sem aliviar aquela pressão crescente em seu corpo. Seu pênis iria explodir e seu sangue fervia.
“Pirralho…ANDA."
Quando Yuji voltou alguns segundos mais tarde, Sukuna esperava ansiosamente pegando fogo. Mas ao ver apenas os hidratantes de banho na mão do jovem alfa, sua face contorceu-se em frustração.
“Foi mal… só achei esses hidratantes de banho.
Yuji entregou para ele e se deitou, sentindo o corpo quente e sua ereção latejar.
Sukuna olhou para o recipiente no puro escuro na mão dele e ergueu uma sobrancelha. “Isso vai dar?”
Com negatividade, Yuji balançou a cabeça.
“Não, pode dar reação alérgica seu idiota." explicou rapidamente, cutucando o nariz do mais velho com um dedo para enfatizar.
“Então vamos no seco, abre as pernas."
Mas Yuji imediatamente as fechou contra a sua própria vontade, vendo o sorriso sacana. “Nem se você estivesse mole, olha o seu tamanho." Ele se amaldiçoou mentalmente ao ver a estrutura cheia de veias de Sukuna erguida, seu pensamento intrusivo desejando aquilo dentro de si independente de ter ou não lubrificante.
Seu próprio olhar começava a se desfocar por causa da rotina. Mas sem deixar que passasse mais tempo, Sukuna já havia aberto a tampa do produto. Um cheiro fresco e levemente doce de avelã preencheu o quarto quando ele passou o líquido viscoso pelas digitais. Yuji respirou fundo pela boca ao ver aquilo, desejando logo ver aqueles longos dedos dentro de si.
“Sukuna…”
“Então vamos ver no que vai dar, estou quase explodindo." Sukuna entornou o líquido fresco e aromático nos dedos, um sorriso malicioso se espalhando pelo rosto enquanto observava Yuji. “Vem cá, pirralho…” murmurou em um tom rouco antes de se aproximar do alfa mais jovem.
Com movimentos certeiros, ele abriu as pernas de Yuji ainda mais e começou a massagear seus glúteos com os dedos escorregadios. Yuji fechou os olhos com um gemido alto ao sentir aquele toque duro chegar quente dentro dele. O hidratante lubrificava perfeitamente seu canal estreito, preparando-o para a invasão que vinha por aí.
“Ah… foda-se…”
Sukuna massageava com mais força e habilidade, os dedos entrando cada vez mais fundo no ânus de Yuji que se abria completamente para ele com o tempo. O líquido escorria facilmente pelo canal estreito agora molhado, tornando a invasão suave.
"Mmm, assim…isso é lindo", suspirou Sukuna, seu rosto quase colado próximo ao traseiro flexível do jovem alfa, mordendo de leve as coxas em provocação.
Ele então enfiou os dedos até a terceira posição dentro do interior de Yuji, sentindo o alfa mais jovem se arquear com a invasão. Seguido de uma mordida suave nas coxas, ele abocanhou o pau grosso e rígido de Yuji.
"Venha para mim." Murmurou Sukuna entre beijos ardentes no púbis inchado do outro antes de iniciar um movimento alternado: puxava os dedos para fora enquanto chupava a glande antes intacta; em seguida, mergulhava novamente na fenda molhada com um gemido rouco. Yuji prendeu as mãos nos cabelos escuros de Sukuna quando seu corpo começou a tremer sob aquele ataque sensual simultâneo.
"AH! ALFA!”
Sukuna continuou o ritmo intenso, alternando entre puxar os dedos mais fundo e chupar a carne grossa do pau de Yuji. Cada movimento aumentava a pressão dentro do ânus aberto, tornando-o mais macio e receptivo.
"Tão lindo… ansiando por mim." Elogiou enquanto beijava as coxas caramelizadas de Yuji. Ele acrescentou um quarto dedo gradualmente, sentindo o canal se expandir ao redor da invasão. A mente de Yuji estava nevoenta com prazer, apenas gemendo em resposta aos estímulos intensos que atacavam seu corpo sensível.
Quando achou que o outro estava pronto, Sukuna retirou os dedos encharcados e passou-os rapidamente pela própria ereção ereta e gorda, já pingando de leve. Havia um pouco de líquido aderido à pele grossa da glande e ao redondo membro masculino.
"Vou te vai dar um presente especial por ser tão cooperativo—"
“FODA-SE. CALA A BOCA E ME FODE, ALFA!” Yuji gritou para ele e o puxou para cima de si, pegando com força pau de seu agora ex-rival e ajudando a bombear. “Se você não consegue fazer algo tão simples, vou ter que arrumar outra pessoa que faça isso!”
Sukuna entendeu que era uma provocação, mas o simples pensamento de outro alfa reivindicando Yuji fez suas entranhas pegarem fogo imediatamente. Com um rugido animal, ele afundou seu peso em cima do alfa mais jovem e esticou os músculos para impor sua vontade.
“VOCÊ QUER OUTRA PESSOA?” Ele rosnou contra a pele quente de Yuji enquanto pressionava seu membro grosso contra o ânus relaxado. “Qualquer um pode te levar tão fundo quanto eu?”Com a ameaça alta e velada em sua voz, Sukuna começou a se mover, penetrando pouco a pouco no corpo aberto de Yuji. O sangue quente pulsava nas veias da base do pênis ao ser engolido pela carne macia do outro.
"Ah… não!" Yuji respondeu, seus olhos se fechando de prazer enquanto sentia Sukuna começar a penetrá-lo lentamente.
O membro grosso do alfa mais velho era como uma maravilha quente e dura invadindo seu interior, abrindo-o ainda mais com cada centímetro que avançava. Sukuna parou por um momento quando esticou completamente dentro de Yuji, os dois corpos unidos em uma só massinha escaldante.
Ele beijou o pescoço suado de Yuji ao lado da orelha. “Claro…porque você é meu agora” sussurrou entre gemidos. Em seguida, ele começou a se mover novamente, batendo seu quadril contra o traseiro flexível em ritmos cada vez mais intensos. Parecia tão maleável e submisso a ele, tanto que quase o fazia enlouquecer.
Após alguns segundos Sukuna estocou dentro de Yuji com força, cada empurrão mais intenso do que o anterior. O de cabelos rosados gritava de prazer, seus gemidos ecoando pelo quarto enquanto se sentia preenchido por completo. Yuji agarrou os fios grossos e lisos de Sukuna com força, arqueando a coluna para encontrar mais profundidade na invasão. Sua pele brilhava de suor e seu rosto estava contorcido em expressões de êxtase.
"AH!FODA-SE!" gritou entre os dentes cerrados quando foi alcançado um ponto especial dentro dele. “ALFA!”
Sukuna apenas rosnou os dentes em resposta, impulsionando ainda mais rápido sua grossa verga dentro da fenda apertada do outro. Seu próprio corpo tremia sob a pressão do desejo incontrolável. Seu estômago estava quente e logo ele daria o nó, mas pela posição em que estavam não seria bom relaxar por algumas horas até a próxima onda do cio.
“Sukuna." O mais velho parou as estocadas e Yuji gemeu, ao se sentir vazio com a retirada. Logo ele se sentiu sendo virado de barriga para baixo e sua bunda sendo posicionada como um cachorrinho. “O que —”
“Você quer que eu passe a próxima hora em cima de você? Meu nó está chegando."
Ao se introduzir novamente nele, Sukuna começou novas estocadas, sentindo seu membro chegar mais fundo pela posição melhorada. Ele estocou forte e rápido dentro, cada empurrão fazendo o jovem alfa gemer alto. A posição dos dois agora era perfeita para a invasão profunda, permitindo que o membro grosso do mais velho atingisse lugares inacessíveis antes.
"Isso… é tudo meu…"
Inclinando todo o seu corpo Sukuna murmurou entre gemidos e beijos ardentes nos ombros nus intricados de músculos de Yuji. Seu ápice estava chegando rapidamente, mas ele não pretendia durar muito mais tempo, queria sentir seu sêmen quente encher o interior do seu querido pirralho mais uma vez antes de terminar. Yuji parecia perdido em prazer total, os olhos ora fechados e ora arregalados juntos a boca aberta, enquanto sua próstata era massacrada pelo pau grosso do alfa que sempre ansiou secretamente que estivesse dentro dele.
"Alfa! Mais…mais!” resmungou entre gritos desconexos, seus próprios glúteos rebolando involuntariamente contra as estocadas que o faziam ver estrelinhas. “Estou quase!”
Sukuna enquanto estendia a mão para manipular o pênis do outro sentiu o corpo de Yuji começar a se contorcer descontroladamente e soube que estava perto do limite. Com um último impulso, ele arremessou seu quadril contra os glúteos macios de seu novo parceiro.
"Vou te encher agora!" rosnou Sukuna antes de soltar um gemido profundo ao sentir o nó estourar e atingir o clímax dentro daquela bunda apertada.
Seu membro pulsava intensamente enquanto liberava jatos quentes de sêmen direto no interior de Yuji. O calor escaldante preenchia cada centímetro do canal estreito, fazendo com que o mais jovem gritasse ainda mais alto em êxtase. A pressão no seu próprio pau se tornou insuportável, as gotas de sêmen quente escorrendo pelas veias inchadas enquanto ele batia mais uma vez contra o interior apertado e cada vez mais contraído.
"Vem para mim…vamos!" rosnou Sukuna e puxando o rosto de Yuji para o lado em um beijo desesperado, sentindo seus corpos se estremecerem ao mesmo tempo enquanto liberavam suas investidas de prazer intenso, chegando ao climax.
Sua mão agora em volta do pau de Yuji estava lambuzada enquanto sentia o próprio nó se apertar em volta das dobras de Yuji. Finalmente então seu instinto o fez morder com força a parte de trás do pescoço do alfa mais novo, os tornando companheiros.
“Alfa!!!”
Sua mordida profunda no pescoço de Yuji foi um gesto possessivo. Marcar o jovem alfa como seu para que todos soubessem. Ele saboreou a pele macia sob os dentes, sentindo o pulso acelerado do outro enquanto chupava e beijava a ferida aberta num gesto carinhoso. "Você é meu agora", rosnou entre gemidos, pressionando mais fundo seu nó ainda inflado dentro da bunda apertada, dando os últimos espasmos.
O calor escaldante do sêmen ainda quente preenchendo o interior do alfa mais jovem era sensacional, e ele nunca havia sentido algo assim. Com uma última estocada poderosa, Sukuna ajustou completamente o nó em Yuji novamente antes de ajustar a sua posição para que Yuji visse seu rosto.
“Tá tudo bem?” Perguntou vendo o outro tentar normalizar a respiração.
“Sim."
Sua própria estava desconexa, e Sukuna observava Yuji com uma intensidade que era difícil de decifrar, o olhar carregado de algo que não se podia mais esconder. O peso de sua pergunta pairou no ar, e Yuji sentiu a própria respiração ainda descompassada enquanto tentava entender o que estava acontecendo dentro dele.
Antes, eram apenas inimigos, rivais, sempre um competindo com o outro, se enfrentando em um jogo interminável de força e controle.
Mas agora… era diferente.
"Eu sempre quis isso, Yuji", Sukuna disse, a voz rouca, mas sincera, como se ele estivesse finalmente permitindo que as palavras saíssem de sua garganta. "Sempre soube que algum dia, seríamos mais do que isso. Mesmo que não tenha sido fácil admitir."
Yuji, ainda com a respiração mais calma, olhou para Sukuna, seu peito se apertando com algo que ele não conseguia definir, principalmente agora toda vez que ouve seu próprio nome ser proferido. Ele havia dito tantas coisas para si mesmo sobre o que sentia, mas naquele momento, tudo parecia claro. Ele havia sempre desejado isso também, mesmo que de uma maneira que nunca poderia ter esperado.
"Eu também", Yuji admitiu em um sussurro, a voz baixa e cheia de sinceridade. "Nunca imaginei que seria assim, mas… eu sempre soube, em algum lugar, que queria ser mais do que apenas… esse rival que você tem."
Foi como se, ao trocar essas palavras, ambos deixassem cair a última parede que havia entre eles. As dificuldades passadas, as disputas, as brigas — tudo isso foi esquecido em um único momento, selado por um beijo suave e profundo. Sukuna puxou desajeitadamente a cabeça de Yuji para incliná-lo para si, suas bocas se encontrando com a intensidade de quem já havia esperado por tanto tempo.
Enquanto seus corpos ainda estavam entrelaçados pelo nó que ainda permanecia, o som distante de fogos de artifício estourando no ar fez com que ambos levantassem os olhos. Era como se o mundo ao redor deles estivesse comemorando também, sinalizando que a meia-noite já havia passado. O Natal estava finalmente ali.
"Feliz Natal, alfa", disse Yuji, a voz suave, mas com um toque de carinho que só os dois compreendiam agora.
Sukuna sorriu levemente, seu sorriso suavizado pela proximidade de Yuji, e respondeu com a mesma suavidade, uma chama nos olhos que ainda queimava intensamente: "Feliz Natal, hortelãzinho."
Com um gesto cuidadoso, Sukuna se acomodou nas costas de Yuji, abraçando-o de maneira protetora e carinhosa. Seus corpos estavam relaxados, as tensões de antes derretendo à medida que se entregavam ao conforto de simplesmente estar um com o outro. O calor entre eles não vinha mais de uma disputa ou controle, mas do vínculo que estava se formando, mais forte do que qualquer rivalidade que havia existido.
Ambos ficaram em silêncio por um tempo, os sons dos fogos ainda ecoando ao longe, como se marcassem um novo começo para eles. O Natal que chegava era agora um simbolismo perfeito para o renascimento de algo novo, algo genuíno. E, entrelaçados assim, com o coração de Sukuna batendo levemente contra as costas de Yuji, ambos finalmente puderam adormecer em paz, com a certeza de que, pela primeira vez, estavam exatamente onde pertenciam.
…
No dia seguinte, Sukuna acordou com seu corpo pegando fogo novamente. Mas logo percebeu que não era o primeiro a despertar — o cheiro forte de alfa no cio estava lá novamente. Ele ainda estava sob os efeitos da rotina intensa com Yuji, afinal não havia nem 24 horas. Com olhos abertos, notou que se achava deitado de barriga para baixo, uma posição estranha em comparação à do dia anterior. Um puxão em sua lombar chamou sua atenção, seguido pelo som viscoso e a sensação dentro dele, entre suas pernas.
“Olha…demorou acordar, eu achei que era uma teoria mas realmente o primeiro nó de um alfa quase o deixa abatido, o suficiente para acordá-lo tarde no dia seguinte."
Ele ouviu a voz do alfa de cabelos rosados se ajeitou um pouco para olhar para trás, vendo o alfa mais jovem entre suas pernas abertas. A mão de Yuji segurava um frasco do hidratante enquanto três dedos forçaram uma entrada fácil agora no corpo relaxado.
"Yuji…seu merdinha!" Sukuna rosnou, sentindo prazer em seu corpo ao ver o sorriso travesso no semblante do outro alfa.
Mas antes que pudesse dizer mais alguma coisa, Yuji rebateu rapidamente sem preocupações: "Agora é minha vez."Com essas palavras, ele começou a puxar seus dedos dentro da fenda agora molhada de Sukuna com movimentos certeiros, denunciando que já estava o preparando a alguns minutos.
O membro grosso do alfa mais velho latejava sob aquele ataque sensual novo pela manhã, seu próprio pensamento o traindo com as novas possibilidades que teria com seu agora companheiro:
"Eita…”
FIM
