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A base está estranhamente silenciosa.
Já é madrugada, tão tarde que nem uma única criança está presente na base secreta. Optimus, por hábito, olha para o chão em busca de seus pequenos bagunceiros e fica realmente surpreso ao não encontrar nenhuma das três crianças. O Prime se pergunta se eles se foram por vontade própria ou se Ratchet, exausto e querendo um pouco de paz, os expulsou.
Considerando o quão cansado o médico estava, ele se inclina para a segunda opção. Ele não culpa o amigo, considerando o quão agitado e estressante o dia foi.
Ainda há muitos concertos a serem feitos depois da visita dos Scraplets.
As paredes estão arranhadas e seus soldados feridos. Todos que estavam presos a base estão feridos e precisando de descanso. Principalmente Bumblebee.
A ideia de ter seu pequeno soldado preso e em perigo com aqueles pequenos vermes faz Optimus tremer de medo e horror.
Os pequenos monstrinhos devoradores de metal o deixaram com marcas profundas em toda a armadura amarela, causando dores incomodas a ponto de Ratchet arrastar o jovem para o quarto e obriga-lo a descansar. Embora o velho médico também esteja ferido, Bumblebee estava ainda pior e Ratchet sempre foi protetor em relação ao filhote.
Ter o amigo perto do jovem acalma um pouco a ansiedade de Optimus, mas ainda há o medo constante de perder Bumblebee.
Optimus estava muito longe, preso em um lugar totalmente diferente e congelando lentamente até a morte. Enquanto isso, Bumblebee estava sendo caçado por monstros devoradores de metal e apavorado. Se as crianças não estivessem na base, todos teriam sido devorados.
Ele será eternamente grato aos pequenos humanos.
Optimus não precisa respirar, mas ele ainda suspira como um humano, exausto depois de horas sentado no beliche de Ratchet, esperando que toda a neve grudada em sua armadura derretesse e o médico o deixasse ir. Ele não teve um único momento sozinho com Bumblebee, ambos feridos e sob a ótica atenta de Ratchet.
E os dois sabem que Ratchet não tem medo de bater em seus elmos se desobedecerem ordens médicas.
Ele nunca esquecerá a imagem de Bumblebee deitado com uma máquina ligada ao braço, Raf o vigiando enquanto o bot mais jovem gemia de dor com cada movimento na maca médica. A última vez que ele viu Bee assim foi depois de Tyger Pax, e a lembrança faz a centelha de Optimus doer de preocupação.
Ele nunca, como os humanos costumam dizer, teve uma “boa rotina de sono” desde que se tornou Optimus Prime. Ele nunca conseguiu recarregar uma noite inteira e a situação de Bumblebee o deixa ainda mais agitado, a ideia de recarga se tornando uma ideia distante e irreal.
Optimus bufa, finalmente desistindo e ficando de pé. Com movimentos ainda um pouco rígidos e dolorosos, ele caminha o mais silenciosamente possível pelo corredor da base, tomando cuidado para não acordar nenhum de seus soldados. Com alívio, ele percebe que Ratchet está recarregando e não aparece durante sua caminhada.
O quarto de Bumblebee não fica longe, apenas alguns metros de distância que se tornam passos rápidos para um grande cybertroniano. A porta do jovem, antes de uma cor cinza e sem vida, agora está cheia de marcas de mãos minúsculas com a cor rosa e amarelo, uma única marca de palma azul no meio.
Optimus sorri. As marcas são obviamente de Miko e Raf e a única palma azul provavelmente era de Jack, obrigado pelos outros dois a participar da bagunça. Pensar nessas crianças passando tempo com Bumblebee, dando a ele um gostinho de uma verdadeira infância sem guerra, o alegra.
O Prime abre a porta lentamente para não acordar Bumblebee de sua recarga, mas o quarto está escuro demais e ele consegue ver um vislumbre da pintura amarela no canto do cômodo, não em sua cama cheia de travesseiros dados pelas crianças.
Bmblebee está definitivamente online, sentado na parede mais distante de sua cama. Ele está encolhido, abraçando suas pernas e com o elmo abaixado, como a criança que ele ainda é. Suas asas, geralmente erguidas e alegres, estão abaixadas e trêmulas, rangendo em meio ao silêncio do quarto escuro.
A centelha de Optimus se parte em pedaços com a visão rara. Bumblebee sempre foi absurdamente teimoso, tentando parecer forte e nunca demonstrar seu medo em meio a guerra sangrenta e mesmo que todos ao seu redor tentassem fazê-lo demonstrar um pouco de suas emoções, ele resistia como um filhote teimoso.
Optimus abre totalmente a porta e a luz vinda do corredor atinge Bumblebee. O jovem ergue o elmo, surpreso e um pouco assustado com a luz repentina.
Ver tanta dor na ótica azul e brilhante de Bumblebee destrói Optimus.
“Optimus” Bumblebee murmura, tremendo diante dele. A imagem o lembra de quando Bumblebee ainda era um espumante, tão pequeno que Optimus podia carregá-lo nos ombros.
O líder caminha lentamente em direção ao jovem e, sob uma ótica atenta, senta ao lado do soldado amarelo com as costas apoiadas contra a parede. Há uma pequena distância entre eles, o espaço dando um pouco de privacidade para o bot mais jovem, caso Bumblebee queira um pouco de espaço. O filhote olha para o chão, com as placas faciais levemente azuladas de vergonha por ser pego.
Optimus suspira, triste por Bumblebee sequer pensar que sentir tristeza ou medo é algo vergonhoso. Ele ergue um servo para tocar o ombro do jovem, mas desiste no meio do caminho, o servo caindo ao lado do corpo.
"Está tudo bem?" Optimus questiona, baixinho. O filhote olha para o outro lado do quarto, não ousando levantar o olhar para Optimus.
"Não é nada" Bumblebee responde em seu binário, os apitos mais baixos que o normal.
As vezes, Optimus esquece que Bumblebee é o equivalente Cybertroniano de um adolescente e não virá correndo para Optimus com seus problemas como fazia antes. É difícil lembrar desse detalhe quando o Prime ainda vê Bee como um filhote que vai se agarrar a ele como velcro, sempre se escondendo atrás das pernas do Prime e grudado a ele como um membro extra de seu corpo.
Optimus sente falta disso, falta do quão próximos e unidos eles eram quando Bumblebee ainda era um jovenzinho minúsculo e chorão.
A Matrix pode anestesiar a maior parte das emoções do Prime, mas nunca conseguiu apagar o amor de Optimus pelo filhote que ele encontrou, amou e criou. A Matrix tenta lhe trazer racionalidade, tenta fazê-lo dizer as palavras certas e somente isso.
Mas dessa vez, Optimus não permite. Ele não se permite se anestesiado mais uma vez, dessa vez, ele se deixa ser guiado pelas emoções e força as palavras para fora da boca.
“Bumblebee, é óbvio que você não está bem. Além disso, nosso vínculo não me deixou recarregar“ Optimus o lembra, pressionando o servo livre contra o próprio chassi. As vezes ele também esquecia do vínculo entre os dois, a preocupação com Bumblebee sendo algo tão natural que ele não chegou a pensar nisso quando não conseguiu recarregar “Não minta.”
Não é uma ordem, não há repreensão em sua voz, não há raiva ou decepção. Não há nada além de amor e cuidado no tom do Prime.
É um pedido de um cuidador para seu filhote.
Bumblebee, ainda encolhido e trêmulo, move lentamente o elmo na direção de Optimus. A ótica azul, voltada para o chão e cheia de vergonha, se move devagar em direção a ótica do Prime.
Optimus sorri para ele, um sorriso gentil e doce. Os receptores de áudio de Bumblebee se erguem para cima, como as antenas de uma abelha de verdade e o aperto dele em volta dos próprios joelhos se afrouxa lentamente, as asas parando de tremer contra a parede atrás deles.
Um simples sorriso e gentileza são capazes de relaxar Bumblebee, mas ainda há medo em sua ótica. Os dígitos de Bumblebee se dobram, servos se fechando em seu nervosismo.
De forma lenta e desajeitada, Bumblebee se arrasta para ficar mais próximo de Optimus, seus movimentos fazendo o filhote gemer baixinho de dor pelos ferimentos em sua armadura.
A distância entre eles se torna inexistente e, hesitante como um filhote assustado e com a ótica voltada para o chão pela vergonha, Bumblebee apoia o elmo no chassi do cuidador.
Optimus enrijece por um momento, um pouco surpreso com as ações do filhote. Ele se força a relaxar contra Bumblebee e de forma desajeitada, ergue um servo e o apoia no ombro de Bumblebee, com o braço apoiando o peso das asas de Bumblebee.
Com vergonha, Optimus percebe que já um bom tempo desde que eles realmente se abraçaram dessa forma. A guerra, as lutas e o estresse constante se tornaram parte de suas rotinas, deixando os dois ocupados. Optimus é um líder e Bumblebee um soldado, os dois cheios de responsabilidades e tão absurdamente ocupados que, sem perceber, a distância entre eles cresceu.
Optimus estava tão concentrado em seus próprios problemas, em proteger seus companheiros, em proteger seu filhote que ele esqueceu que Bumblebee não precisa só de um líder, mas de um cuidador e alguém em que possa se apoiar.
Quantas vezes ele se escondeu e chorou sozinho?
Optimus apoia o elmo sobre o de Bumblebee, o peso familiar fazendo Bumblebee relaxar mais contra ele.
"Fale comigo, filhote."
Bumblebee pressiona mais o corpo contra o cuidador, antenas arranhando levemente o vidro do chassi do Prime. Optimus não se importa com isso.
"Eu-" Os bipes falham por um momento, um engasgo deixando claro que mesmo que Bumblebee tente segurar o choro, ele não consegue. Não com seu cuidador tão perto e protegendo-o em um abraço gentil "Eu fiquei muito assustado."
A admissão atinge Optimus em cheio. Ele intensifica o aperto ao redor de Bumblebee, mantendo o pequeno próximo a ele em um aperto seguro, gentil.
Esse abraço é o bastante para Bumblebee deixar suas barreiras caírem. Optimus sente os ombros do jovem tremerem contra ele, mas nem um único som sai de sua garganta destroçada.
É nesses momentos que Optimus mais sente falta da voz de Bumblebee. Esse silêncio, esse silêncio horrível e destruidor, torna tudo mais doloroso e assustador. Bumblebee não pode fazer nada além de tremer contra ele, buscando pelo conforto de seu cuidador.
Optimus não suporta essa situação e, afastando-se por um momento -ganhando um olhar desolado e molhado de Bumblebee- ele se aproxima mais uma vez. Dessa vez, ele abraça Bumblebee direito, com braços ao redor do torso de Bumblebee queixo sobre o ombro do filhote. Bumblebee corresponde, com os braços firmes ao redor do pescoço de Optimus e elmo escondido em um ombro do Prime.
Optimus não solta Bumblebee, ele o segura enquanto o filhote, o filhote dele, chora sem emitir som. O vínculo entre eles transmite toda a dor e angústia que Bumblebee não consegue transmitir através do choro. É tão intenso que nem mesmo a estática se faz presente.
"Vai ficar tudo bem" Optimus sussurra, próximo aos receptores de áudio do filhote "Está tudo bem, estou aqui agora."
O aperto de Bumblebee contra ele se intensifica, de forma quase sufocante. Ele se esconde em Optimus como se fosse o mais seguro dos abrigos, um filhote buscando segurança em seu cuidador. Optimus se sente ainda mais culpado por não pensar no filhote antes e jura, sentado no chão frio, que fará mais por Bee. Muito mais.
“Fiquei muito assustado” Bumblebee diz, ainda escondido em seu pescoço, asas tremendo perto de Optimus “Aquelas...coisas estavam nos caçando e você não estava aqui, você estava sozinho também e eu fiquei com tanto medo...”
Bumblebee é um guerreiro, um dos melhores. Depois de tanto tempo na guerra, poucas coisas o assustam. Mas Optimus conhece os Scraplets, ele sabe como eles funcionam e Bumblebee nunca viu um até esse dia, conhecendo-os através das histórias de Bulkhead e Ratchet. Ter um monstro o seguindo, um monstro que devora Cybertronianos de dentro para fora, o deixou apavorado.
“Ele se agarrou a mim” Foi o que Ratchet disse quando estava a sós com Optimus, preocupado com o impacto que toda a situação teria sobre Bumblebee “Você sabe, Scraplets preferem os mais jovens.”
Os mais jovens, as principais presas dos monstros devoradores de metal. Caçados pelos parasitas por seu metal mais novo e maleável, mais vulneráveis que um cybertroniano adulto.
E Bumblebee, um cybertroniano jovem, com certeza era atraente para os parasitas.
A ideia de ter Bumblebee ali, preso com aquelas coisas e em perigo é assustadora. Perder esse filhote é um pesadelo que Optimus conhece desde que encontrou esse pequeno e decidiu que Bumblebee era digno de amor.
Cybertron pode se reerguer, Megatron pode ser derrotado de uma vez por todas, todo e qualquer perigo pode deixar de existir.
Nada disso vale a pena sem Bumblebee.
Demora, mas aos poucos o choro de Bumblebee diminui até que seu corpo apenas trema devido ao longo tempo chorando. Optimus o afasta com cuidado, ajoelhando-se diante de Bumblebee, ele ergue o elmo do filhote com um servo sob seu queixo. Com o servo livre, ele enxuga as marcas de lágrimas sob as óticas azuis.
“Estou aqui, filhote, não vou a lugar algum” Optimus garante "Você deve ter ficado tão assustado...eu sinto muito. Vai ficar tudo bem agora, vou estar aqui com você.”
Bumblebee apenas acena com o elmo, usando os próprios servos para enxugar as lágrimas que ainda se acumulam em sua ótica. Optimus suspira, soltando o elmo de Bee para agarrar e afastar os servos feridos pelos Scraplets.
“Desculpe” Ele pede, e Bumblebee parece tão, tão confuso “Fiquei tão concentrado em minhas batalhas, em minhas próprias lutas, que acabei esquecendo de passar tempo com o bot mais importante de toda a minha vida.”
A ótica de Bumblebee se arregala.
“Você não precisa-“
“Por favor, deixe-me falar” Ele interrompe gentilmente. Bumblebee para, intensificando o aperto nos servos do cuidador "Estive tão concentrado em meus problemas que acabei negligenciando meu próprio filhote e sinto muito por isso."
"Você não me negligenciou."
"Então você não acha que nos afastamos?"
Os ombros de Bumblebee caem e ele desvia o olhar, envergonhado.
"Bumblebee, você é a melhor coisa que já me aconteceu, o maior presente que o universo poderia ter me dado. Você é o meu filhote, meu brilho, e eu fui egoísta em não pensar nisso. Eu sinto muito, Bumblebee, você pode me perdoar?”
A ótica de Bumblebee brilha e, para a surpresa de Optimus, o filhote volta a abraça-lo. O peso do filhote faz Optimus recuar um pouco devido ao impacto, batendo as costas contra a parede e mal conseguindo impedir Bee de cair. Bumblebee ri baixinho e sem som, mas não se afasta.
Mas os ombros dele começam a tremer novamente e Optimus se desespera, mas Bumblebee não se afasta, intensificando o aperto em busca do conforto do cuidador. Optimus entende e corresponde o abraço, deixando Bumblebee desabafar contra ele. Bumblebee chora com força, estática rasgando a garganta e tremendo como não tremia antes, o som surpreendendo Optimus com o quão incomum é.
Dor, tristeza e medo saem dele através de lágrimas que molham o ombro de Optimus. Bumblebee, que assim como ele, reprimiu emoções por tanto tempo, está finalmente desabafando e Optimus não pode fazer nada além de abraçar o jovem em seus braços. Ele deixa Bumblebee chorar, o deixa tremer e colocar toda a tristeza para fora.
Ele segura Bumblebee perto da faísca, balançando os dois e acariciando as costas do espumante como não faz há muito tempo. Bumblebee se agarra ainda mais a ele, o filhote que sempre foi bem ali, com ele. Ele não sabe quanto tempo leva. Talvez minutos, talvez horas, mas Bumblebee para. O corpo pequeno ainda treme em soluços involuntários, com o batedor mole em seus braços.
Não é difícil levantar com Bee no colo e Optimus não tenta afasta-lo. Ele caminha até o beliche com travesseiros gigantes -ele ainda não sabe de onde vieram e as crianças não contam esse segredo para ele, não importa quantas vezes ele pergunte- e coloca Bumblebee sobre ele, deitando ao lado do filhote quando Bee não o solta.
Bumblebee se agarra a ele mais uma vez, relaxando contra o cuidador, já cansado depois de todo esse tempo. Optimus o segura perto, uma carícia leve no elmo do filhote faz Bumblebee derreter contra ele.
Ele fez isso tantas e tantas vezes antes, mas todas as vezes fazem a centelha dele se encher de amor e carinho.
“Senti sua falta” Bumblebee murmura, sonolento e grogue “Obrigado.”
Optimus sorri e finalmente recarrega, segurando o filhote contra ele.
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“Uma folga?”
A pergunta de Ratchet vem acompanhada com um tom cheio de surpresa. Ele parece absurdamente chocado, com a ótica arregalada e boca aberta em seu choque.
“Sim.’’
O médico cruza os braços, olhando para Optimus de cima a baixo como se não reconhecesse o amigo. Optimus não o culpa, a última vez que ele teve uma folga, Bumblebee ainda podia ser colocando sobre seus ombros.
“Tenho tentado fazer você descansar há muito tempo e nunca deu certo. Por que agora?” Ratchet pergunta com curiosidade, a pergunta atraindo a atenção dos outros presentes na base, exceto Bumblebee, que ainda recarrega em seu quarto “Aconteceu alguma coisa?”
“Quero passar tempo com Bumblebee” Optimus diz simplesmente e a ótica de Ratchet suaviza com a menção do filhote. Ele pode negar, mas Bumblebee sempre teve um lugar especial em sua centelha “Acha que ficará tudo bem em minha ausência?”
Ratchet revira a ótica.
“Vá passar tempo com seu filhote, Optimus” O médico balança um servo com desdém e se vira para voltar ao trabalho “Vamos ficar sem você por um dia. Só tome cuidado com Bumblebee, ele ainda tem arranhões.”
“Manterei isso em mente.”
Optimus nota pelo canto da ótica como Bumblebee se arrasta para for de seu quarto, cambaleando pelo corredor até Optimus. O Prime se permite sorrir, a ótica suavizando ao ver o jovem se aproximando.
“Bumblebee” Ele chama, atraindo a atenção do Scout sonolento. Ele nota Miko pelo canto da ótica, observando os dois com seus olhos escuros brilhando, quieta de forma um tanto bizarra “Não estarei ocupado hoje. O que acha de darmos uma volta?”
O cansaço de Bumblebee parece desaparecer, suas asas se erguendo em alegria e seus receptores de áudio erguidos. Mesmo com a máscara de batalha sempre presente desde Tyger Pax, ele ainda pode ver que Bumblebee sorrir, com a ótica se estreitanto de alegria com a ideia de passar tempo com o cuidador.
Optimus não espera por uma resposta e caminha para a saída da base, ignorando os gritos de Ratchet para Bumblebee ser cuidadoso atrás dele. O Scout passa por ele praticamente pulando de alegria como não fazia há muito tempo.
Optimus, pela primeira vez em muito tempo, ri.
