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Ela está sobre ele no sofá apertado, no trailer que ele dividiu com Matthew naquela manhã. Sentada entre as pernas dele, ela abaixa a cueca dele, liberando seu pau já em uma semi ereção.
Ele é tão grande. Ela o observa cheia de desejo, morde os lábios, o toca e cai sobre ele lambendo todo a extensão da base até a cabeça. Ela sente sua buceta apertar mas ignora essa sensação por enquanto, ela quer continuar explorando outras sensações que ele está causando em sua boca, em sua língua. O gosto dele é diferente, é tão bom que ela só pensa em enfia-lo garganta abaixo. E ela o faz.
Ele fecha os olhos, geme e inclina o quadril pra cima, num reflexo involuntário provocado pelo que ela acabou de fazer. Fazendo o caminho de volta até a ponta, ela sente o gosto do pré sémen e admira, fascinada, o resultado de suas ações. Ele está completamente duro e olha pra ela de um jeito que não deixa dúvidas que ele quer que ela continue.
Ela o chupa mais algumas vezes, alternando com a pressão exata de suas mãos e então o deixa novamente foder sua boca uma e outra vez até que seja impossível ignorar o pulsar entre suas pernas, a umidade que se acumula no meio delas fazendo com que ela se contorça na perna dele, arrastando-se num vai e vem instintivo em busca do próprio alívio.
“Você quer ele dentro, não quer?”, ele murmura com a voz rouca e ela balança a cabeça dizendo sim, sim, sim.
Ele a segura pela cintura, arrastando ela mais para cima dele e suspende a barra do vestido revelando a calcinha preta rendada e um pouco de sua barriga. Ele toca o tecido molhado com o polegar e depois arrasta para o lado para vê-la finalmente, mas é ela quem toma a iniciativa de retirar, num movimento rápido e habilidoso, fazendo o caminho de volta até ele.
Ela se alinha em cima dele. Ela deixa que ele esfregue a ponta entre as dobras escorregadias de sua buceta e a esse ponto ela está tão lisa que ele desliza facilmente para dentro quase sem querer.
“Porra!”, ele xinga dominado pelo prazer e se enterra nela mais uma vez. “Você é tão quente…tão molhada…”.
Então ele a suspende, respira com dificuldade enquanto tem um minuto de lucidez.
“Estou desprotegido…”
Eles não se prepararam para isso. Não era para acontecer assim, outra vez. Mas ela prefere morrer do que ter que parar agora.
“Eu não ligo…”
Ele hesita, ele sabe dos riscos. Bem, ele confia nela, sabe que ela está limpa tanto quanto ele, mas eles não deviam dar chance para o azar…ela ainda podia engravidar mesmo as chances sendo pequenas.
“Eu me cuido”, ela insiste, “não vai acontecer”.
E ele decide acreditar que a sorte está ao lado deles dessa vez porque ele também não cogita parar.
Ele a move para cima dele e dessa vez deixa que ela se enterre nele até o fim. Eles gemem ao mesmo tempo quando ele termina de preenchê-la e ela só precisa de um segundo para se ajustar e começar a rebolar sobre ele, apertando seu pau freneticamente.
Os dois sabem que não vão durar muito com esse ritmo e perseguem seus orgasmos com determinação. Quando ela vem inclinando-se para trás e mordendo as costas da mão para abafar seu grito, ele sabe que é o fim pra ele. Ela é a visão mais linda que ele já teve, mesmo corada e suada. Ele se derrama dentro dela e fecha os olhos tomado de prazer.
Aos poucos seu coração desacelera. Ele abre os olhos e a observa divinamente destruída em cima dele. Ele toca suas coxas, suspendendo a barra do vestido que caiu. Eles ainda estão conectados embora ele já esteja amolecendo dentro dela. Ele a retira apenas para ver a bagunça deles dois escorrendo dela.
“Pervertido!”, ela diz sorrindo ao perceber ele olhando fascinado.
Ele não nega, ao contrário, se inclina agarrando a nuca dela, para um beijo quente e lascivo.
“Eu quero sentir o gosto de nós dois. Vem aqui”, e ele a puxa pra cima, em seu rosto, pegando ela de surpresa quando desliza a língua nela.
“Manny”, ela geme e mal consegue soltar o ar de seus pulmões. “Eu te quero tanto…me come assim, desse jeito… do nosso jeito”.
Ela retira o vestido, ficando totalmente nua para ele e o olhar dele cai sobre ela, queimando como fogo. Ele a fode com a língua, abre suas dobras com os dedos enquanto lambe dela o resultado do sexo que fizeram antes. Ele a leva ao orgasmo chupando seu monte de nervos com afinco fazendo com que ela se derrame em sua boca, em seu rosto, molhando outra vez o que ele tinha acabado de limpar.
Ele sorri satisfeito ao notar que ela relaxou sobre ele e com cuidado a afasta para o lado, deixando-a deitada meio de lado enquanto ele levanta indo até o banheiro. Ela ouve ele ligar a torneira e supõe que ele está resolvendo a bagunça dela outra vez.
Ele parece estar se acostumando com isso, satisfeito até de resolver as inseguranças dela dessa forma e ela não poderia se importar menos com as consequências disso.
Ele volta pra ela, deita ao seu lado envolvendo-a com seus braços, enrolando suas pernas entre as dele e suas respirações parecem se misturar com a proximidade de suas bocas.
“Eu senti sua falta”, ele admite.
“De transar comigo? De me foder assim?”, ela pergunta.
“De você”, ele afasta o cabelo dela de seu rosto e ele está olhando em seus olhos agora, então ela sabe que ele diz a verdade. É um pouco estranho porque ele normalmente tem dificuldade em falar do que sente para ela, do que sente por ela…
“Senti falta de estar com você”, ele explica para que não reste dúvidas dessa vez, então a beija com ternura e ela poderia jurar que também havia amor.
“Você pensou no que eu disse antes?”, ela pergunta hesitante, mas com um novo ânimo no coração: “…sobre nós, sobre o que estamos fazendo aqui?”
“Sim”.
“Você acha que podemos…”, ela fala baixinho, sua voz parece mudar quando ela termina de dizer: “…podemos fazer isso dar certo?”
E há tanta esperança em seu olhar que ele perde a coragem. Ele acha que não tem o direito de tirar o brilho dela, mesmo sabendo que eles não podem continuar com isso, que ele precisa ter forças pra terminar tudo entre eles. Então ele não diz nada, ele a abraça e espera que ela entenda que ele gostaria de poder ficar mesmo tendo que deixá-la ir.
