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be a good boy (sonadow/shadonic)

Summary:

Sonic queria fazer algo diferente.
Shadow só aceitaria se fosse pago (embora fossem parceiros).

Notes:

aaaaaa faz tanto tempo que não escrevo ou publico uma fanfic! eu nem sei se vou conseguir participar direitinho do DDSonic26 pq procrastino demais e eu já comecei atrasade :C
desta vez tá curta, eu ainda estou me aquecendo! desculpe os erros, eu não revisei e boa leitura

day 1 - prostitution / semi-public

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

 

Um arrepio percorreu sua espinha quando sentiu o frio noturno. Apesar de usar um sobretudo, Shadow se sentia exposto, vulnerável demais. Franzindo o cenho, ele olhou para o lado, encarando o ouriço cobalto. O que Sonic está esperando? Por que ele ainda não ligou o vibrador? A rua se encontrava um tanto tranquila, poucos transeuntes, só alguns mobians os quais voltavam de seus trabalhos.

“Hum? O que está olhando?” Sonic arqueou uma sobrancelha, fingindo inocência, embora seu sorriso fosse um tanto presunçoso. “Tão empolgado para ser minha vadiazinha esta noite?” Perguntou ele, inclinando-se, provocante.

“Tch, cala a boca. Só vamos terminar isso logo.” Shadow guardou suas mãos nos bolsos do sobretudo longo, fingindo casualidade com impaciência, apesar da dificuldade. Apenas o pensamento de estarem fazendo tal profanidade ao ar livre deixava sua buceta úmida.

“Estamos quase chegando no playground…” Comentou o azulado, ligando seu celular. “Okay… Vamos começar! Hmm… Como isto funciona?” Sonic murmurou, observando as configurações do vibrador, curioso.

Antes que o híbrido pudesse reclamar, o azulado clicou em um botão, ligando as vibrações. No mesmo instante, Shadow quase cedeu, preenchido por ondas eletrizantes. Eram fortes demais, invadindo sua entrada, ressoando nas paredes carnudas do seu interior. 

“Porra!... Ugh, você colocou no máximo?” Shadow indagou, apoiando-se na parede, se contorcendo. Então, sua orelha tremeu, captando alguns passos. “Merda… Merda… Tem alguém vindo. Eu sabia que isto era uma péssima ideia.”

“É só fingir que nada está acontecendo.” Sonic disse, simplista, assistindo o sofrimento do outro com atenção. “Vamos… Pare de fingir que você não gosta. Eu sei o quanto você está molhado aí embaixo.” A voz dele era baixa, quase aveludada, mas carregada de sadismo. 

Quando os passos pareciam mais próximos, Shadow reajustou sua postura, cruzando os braços. Ele mordeu o lábio fortemente — quase sangrando — na intenção de conter seus sons obscenos. Era insuportável, porém delicioso. A cauda dele balançava, agitada, lutando para se comportar. Um mobian passou pelos dois no instante em que o azulado trocou o modo de vibração para uma chuva de ondulações mais intensa, energéticas, pulsos constantes no interior do híbrido.

Shadow soltou um gemido baixo, meio abafado, sentindo suas pernas fraquejarem. Uma mistura de desespero e adrenalina percorrem seu corpo. Era excitante, entretanto, um pouco assustador. Qualquer um podia vê-lo, desconfiar, ou apontar sua indecência. Ele tentou manter sua compostura, respirando fundo, quase cedendo para o chão. As vibrações eram velozes. Shadow não aguentava mais um segundo em pé, se curvando, soltando grunhidos de obscenidade. O desconhecido olhou para trás, desconfiado, mas continuou sua caminhada.

“Olha… o playground.” Sonic apontou para uma pequena praça vazia. “Vamos? Ou você quer que eu te carregue até lá?” Perguntou ele, presunçoso.

“Eu vou te matar.” Shadow rosnou, tentando caminhar, mas sem sucesso. Nesse momento, ele sentiu as vibrações diminuírem, fluindo de maneira tranquila. Então, o híbrido pôde respirar em paz, embora estivesse tão molhado quanto antes. “Humpf, vamos terminar logo.”

Os dois chegaram no playground. Felizmente, estava vago, sem sinais de pessoas nas proximidades. O ouriço negro soltou um suspiro aliviando antes de desabotoar seu sobretudo, revelando seu corpo a noite, grunhindo baixinho. Impaciente. 

Sentando-se no banco, Sonic analisou com um sorriso maroto, saboreando a imagem adiante. Era uma tentação. Provocante, ele roçou um dedo na intimidade cálida do outro, obtendo um som manhoso. “Bom, vamos continuar com o show. Tire isso.”

“Tsk, não se ache tanto, idiota.” Bufando em impaciência, Shadow removeu o sobretudo, sentindo-se estranhamente exposto. Embora não usasse roupas, pela primeira vez, teve a sensação de estar despido. Cru e nu. “E aí? O que está esperando? Não temos a noite toda.” Disse ele, arrogante, uma tentativa de recuperar seu orgulho.

“Tão bravo, mas tão obsceno.” Sonic aumenta a vibração do vibrador, observando o modo em que o ouriço negro apertava suas coxas, divertindo-se. Sádico. “Vem cá.” Ele deu algumas palminhas no próprio colo, quase zombeteiro, apreciando a cena os ruídos que escapavam do seu namorado. 

Com as pernas trêmulas, Shadow sentou-se de costas no colo alheio, franzindo o cenho em desgosto. No entanto, não adiantava fingir ou lutar, ele já tinha perdido. Seu quadril balançava, inconsciente, em busca de estímulo. Ele precisava de mais. Por um momento, Shadow esqueceu o vento gélido e a possibilidade de serem vistos, desejando ter suas necessidades saciadas. Sua vagina estava sensível, úmida dos próprios fluidos, mas insatisfeita. Esse nível de vibração não era o suficiente. Shadow precisava de mais. 

“Percebo que você está carente aqui…” Sonic sussurrou, aumentando a velocidade da vibração, divertido. “Olha para você… é quase patético. Você quer? Eu posso te oferecer se você pedir direitinho.” O membro dele já tinha saído da bainha, ereto e úmido contra a espinha do outro. Embora não pudesse ver a face de seu namorado, o azulado imaginava como estava, consciente dos estremecimentos e gemidos abafados.

Shadow se curvou um pouco, apertando os joelhos do outro, rebolando seu quadril de forma lenta. Ele odiava isso. Ele amava. Carente, o híbrido levou uma mão para estimular seu clitóris, mas foi impedido. Um gemido desamparado escapou de sua boca antes que pudesse contê-lo. Assim, ele virou o rosto, encarando o namorado com insatisfação. “Sonic… eu preciso disso.” 

“Apenas quando eu autorizar.” Sonic riu, alisando a parte interna da coxa do outro, variando entre massagens provocantes e carícias. “Olhe para onde você está, Shads. Tão exposto. Qualquer um poderia te ver assim, sabia? Tão imoral. E você ainda se chama de Forma de Vida Suprema? Patético.” 

“Ugh, cala a boca.” Shadow rosnou, mas sua reação traiu suas palavras, rebolando o quadril em busca do membro de seu namorado. “Tch, vai se foder, idiota…”

“Tão excitado para ser exposto assim?” Sonic levou suas mãos para a cintura do ouriço negro, apalpando, subindo dois dedos para um dos mamilos eriçados. “Que vadia indecente você é, Shads.” Ele provocou, beliscando o botão escuro, arrancando um som manhoso.

“Merda, Sonic!...” Xingou, frustrado, embora suas bochechas estivessem coradas enquanto rebolava de excitação. “Cala a merda da tua boca, porra!” Vociferou ele, virando o rosto. No entanto, sua mandíbula foi agarrada, o forçando para encarar o playground.

“Veja isso… Você gosta de se exibir assim? E se alguém chegar? Você também iria se oferecer como um prostituto?”

Observando o cenário onde se encontravam, um frio percorreu a espinha de Shadow, temendo a presença de alguém. Ele não podia ser visto. No entanto, a mera probabilidade funcionava como uma maldita dopamina, motivando-o. Shadow gemeu, sobrecarregado com as vibrações que ficavam cada vez mais rápidas, incapaz de se aliviar. 

“Sonic… p-por favor… eu não aguento mais. Está doendo. Eu preciso disso… Porra, por favor…”  

“Oh, agora você está implorando? Adorável.” Sonic sorriu sarcasticamente, sentindo seu pau contrair contra as costas do outro, excitado. Sendo assim, ele alinhou seu comprimento robusto na entrada molhada, pincelando-a com a cabecinha. “Olha para você… Cara, eu não me canso de admirar. Você fica lindo assim, sabia?”

“Pare de enrolar, d-droga!” Shadow tremeu, rangendo os dentes, furioso e excitado. 

Assim sendo, Sonic produziu a primeira estocada, sentindo a vibração do objeto no interior do namorado. Delicioso. As mãos das quais envolveram a cintura do ouriço negro aumentam a pressão, deslizando para os quadris, guiando o ritmo.

A buceta do Shadow era quente, acolhendo o comprimento do azulado de forma calorosa, tão apertadinha quanto gostosa. As ondas vibratórias só ofereceram prazer redobrado, provocando gemidos roucos do ouriço cobalto, os quais se misturavam com os ruídos obscenos e carentes do híbrido. 

“Ei, não feche os olhos. Veja bem onde está, Shads. Quero que perceba o quão vadia você é.” Sonic rosnou, baixo e provocante, puxando o mamilo rígido na intenção de obter grunhidos manhosos. “Diga-me, Forma de Vida Suprema, se tivéssemos um público… você serviria sua bucetinha para eles também? Aposto que sim. Você ama um pau nessa xota, não é?”

“Cala a merda da boca…” Shadow ofegou, já sem forças para retrucar. Repetidamente, o membro espesso do outro enterrava em seu interior, acompanhado pelas vibrações impiedosas. “Mmm, Sonic… eu preciso gozar…” Ele estremeceu, tampando a boca para evitar seus gemidos altos. 

“Uhum… admita que você é uma putinha, Shads.” Sonic sussurrou, aveludado, mas malicioso. “Pare de mentir para si mesmo. Admita que você entregaria sua buceta para qualquer um porque você é um guloso do caralho.” Ele agarrou um punhado de espinhos negros e vermelhos, inclinando a cabeça do híbrido para o lado, exibindo a garganta dele.

“Mmm, não…” Shadow arfou, fechando os olhos, balançando sua bunda. “Eu não… eu não… Droga!...” Ele tentou formular alguma defesa, no entanto, sua própria imaginação o traía. Incapaz de evitar fantasias mundanas sobre se entregar a qualquer um, ele ficou excitado, insaciável de um jeito atraente.

“Mmm, mentiroso.” Sonic alimentava essa fome com risos presunçosos. Cada estocada arrancava reações perversas, gemidos e choramingos, aumentando a necessidade do ouriço negro. “Nem precisa te oferecer dinheiro… basta ter um pau grande para te conquistar. Estou errado?” Ele sorriu, ciente que suas investidas não alcançavam o ponto certo, proporcionando aborrecimento no outro.

“Ugh, você fala demais. O que preciso fazer?” Shadow engoliu em seco, arqueando as costas acompanhado por um suspiro. É demais. Ele necessitava por sua liberação, frustrado e excitado, buscando o próprio prazer em cavalgadas desajeitadas. “Não é o suficiente. Porra!... M-mais fundo, por favor, Sonic…”

“Então admita para mim…” Sonic apertou o quadril do híbrido, mantendo-o imóvel, sarcástico. Além disso, ele não produziu outros movimentos, arrancando um som de descontentamento de seu namorado. “Fale que você é uma vadia. Um prostituto apaixonado por um pau grande.” 

“Hmm…” Shadow virou o rosto, fechando os olhos, apreciando o comprimento dentro de sua vagina acompanhado pelas vibrações. Entretanto, a falta de movimentação deixou-o necessitado, faminto pelo êxtase. “Eu… eu sou uma vadia… eu sou um prostituto. E-eu amo ter minha xota aberta por um pau grande…” Ele olhou para o azulado por cima do ombro, lacrimejando, mas malicioso. Era nítido em seu par de rubis — preenchidos pela luxúria e tesão — o quanto tais imoralidades o excitava. 

“Uhum, bom garoto.” Sonic capturou a boca entreaberta do outro em um beijo lascivo enquanto enterrava seu membro grosso na buceta quentinha. “Ah, tão gostoso. Você é perfeito.” Ele apertou os quadris do híbrido, voltando a guiar os movimentos, abusando daquela entrada apetitosa como se fosse seu brinquedo sexual.

Agora, cada estocada era certeira. Além disso, nenhum dos dois ligavam para o cenário, absortos no prazer demasiado. Sonic encostou sua testa nas costas do ouriço negro, estimulando o clitóris dele, ágil e hábil. A outra mão deslizou para a região pélvica de Shadow, pressionando a protuberância que se formava toda vez na qual o pênis mergulhava, profundo o suficiente para arrancar gemidos descontrolados.

“Ahnn!… Eu vou… Eu vou…” Shadow arqueou as costas, revirando os olhos, sentindo o membro alheio bater em seu ponto sensível de maneira constante e firme. Num piscar de olhos, ele esguichou, encharcando o falo do namorado. Incrível. Aliás, as investidas não pararam, prolongando seu orgasmo.

“Mmm, lindo.” Sonic prosseguiu, buscando seu clímax, fechando os olhos na intenção de focar nas sensações. Com estocadas precisas, ele moldava aquele corredor de carne, afundando seu falo de maneira selvagem. “Estou perto!…” Depois, ele abriu sua boca, cravando seus dentes na pele do híbrido — isso tirou-lhe um gemido alto. 

Assim, envolvendo seus braços ao redor do ouriço preto, em sua última investida, Sonic ejaculou. Líquido cálido, meio espesso, escorreu pelas laterais da vagina. Transbordante. Imediatamente, Shadow se afastou, impaciente. “A próxima vez que você fizer isso… eu vou te matar.”

“Pense pelo lado bom… pelo menos você vai ser pago.” Sonic soltou um riso breve e presunçoso. “Só ainda não entendi porque tive que pagar para transar com meu namorado…”

“Porque transar num playground é loucura.” Shadow rosnou, ignorando o esperma que deslizava em suas coxas. “Então, precisava valer alguma coisa.”

 

Notes:

eu tinha me esquecido no quao dificil é escrever XD