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Language:
Português brasileiro
Stats:
Published:
2025-04-17
Words:
1,607
Chapters:
1/1
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1
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57
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801

Sozinho? Nunca - Jaywon.

Summary:

Jungwon diz em live que vai tomar banho sozinho, como se, de alguma forma, tal informação não estivesse implícita no ato de “tomar banho”.

Para ele, no entanto, havia certa naturalidade em entender que banho era sinônimo de companhia, carinho e muito amor compartilhado, e ter que banhar-se sozinho era uma falha, uma exceção, um lamento.

Não que ele acreditasse que aconteceria aquela noite (que se banharia sozinho na solidão do chuveiro), mas era bom jogar algumas provocações no ar apenas pela rotina.

Notes:

Essa vai pra lista de transmissão jaywon da may.
Meio besta, só pq eu fiz uma brincadeira e brincaram de volta: "Continua". Continuei, mais ou menos. Tenho prova amanhã, mas tava na estrada e não consigo estudar assim :P
pwp barato, mas pra quem passa fome qualquer biscoito é um banquete

(See the end of the work for more notes.)

Work Text:

Jungwon finalizou a live com um  suspiro, cansado pela quantidade de treino ao longo do dia. 

Se esticou com preguiça, pegando a toalha jogada sobre a cama, e então se arrastou até o banheiro com um pequeno sorriso apesar do cansaço e vontade latente de dormir imediatamente. Pendurou a toalha no gancho, tirando a camisa logo em seguida ainda com aquele sorrisinho arteiro habitando seu rosto, e, como o esperado, em questão de segundos sentiu algo quente envolver seu corpo, e então dedos frios pinçarem a pele da sua barriga com leveza. 

Um arrepio subiu por sua coluna na mesma intensidade que seu sorriso aumentou ao sentir o hálito quente em sua nuca. 

Vai tomar banho sozinho, é? Hm, homem meu não sabe o que é isso.

Jungwon deixou uma pequena risada escapar mesmo que tentasse fingir alguma naturalidade. Era um teatrinho bobo que acontecia toda vez. Jungwon dizia coisas sem fundo de verdade por pura provocação, Jay contestava, ele se fazia de desentendido. Fácil, dinâmico e muito gostoso

Dessa forma as coisas fluíam e terminavam do jeitinho que Jungwon gostava: pele com pele, beijo molhado e muitas juras de amor. 

— Meu Deus, você é tão cheiroso — Jay continuou resmungando com a boca em sua nuca, os lábios se arrastavam pela pele meio suada em um movimento vicioso, umedecendo a região a cada beijo demorado que deixava entre uma palavra e outra. 

— Você sumiu — Jungwon deitou a cabeça para o lado, convidando o rosto de Jay a explorar as áreas que mais gostava —, achei que já- nossa - achei que já tinha ido dormir. 

Jay fincou os dentes em seu ombro, não estava esperando por essa. Mas foi bom, assim como toda química que pudesse reagir entre eles.

As mãos que antes beliscavam sua barriga deslizaram por seu abdômen lentamente, espalmando seu baixo ventre por dentro do cós da calça e o pensamento de que pareciam um casal grávido chegou a provocar outro sorriso em Jungwon, mas nada que o distraísse da pressão que Jay fazia contra sua bunda. Ele era um homem que via felicidade nos atos mais simples, como o quadril pressionando o seu. 

— Já falei, Won, homem meu não almoça sozinho, não dorme sozinho, não acorda sozinho, não toma banho sozinho…

— Você é meio obcecado... 

— Por você? Totalmente — dessa vez ele também riu, levando a mão mais para baixo e agarrando o pau de Jungwon. 

A ideia era provocá-lo lentamente e então deixar o gatinho subindo pelas paredes daquele banheiro, mas Jay era um homem frouxo e quando Jungwon se derreteu em seu ombro com um gemido manhoso percebeu que não conseguiria torturá-lo daquela forma, então firmou o pulso e deu o que ele queria.

— Meu Deus, como eu senti falta disso — Jungwon choramingou se empurrando contra a pélvis do namorado. Seus olhos fechados beiravam o teatro de um choro de verdade (e talvez ele realmente começasse a lacrimejar a qualquer momento). 

— Você é tão sensível. 

— Foi uma semana longa.

A mão de Jay subiu até a glande quente e rígida, espalhando o pouco pré gozo por ali, provocando a ponta com o dedão ao mesmo tempo em que se dedicou a beijar o rosto de Jungwon. Com a mão livre agarrou seu queixo e fez com que levantasse a cabeça para um beijo desajeitado. 

A saudade era muita, apesar de terem se visto no início da semana uma última vez antes de sua breve viagem para gravar um programa. Mesmo assim, a necessidade do calor humano e de orbitarem o pescoço um do outro era tamanha que já se sentiam viciados em abstinência. Por isso Jungwon estava mil vezes mais manhoso, dez vezes mais chorão e bem tenso contra seu corpo. 

Jungwon de repente se viu sem aquele aperto gostoso dentro das calças quando seu corpo foi virado com a facilidade de um peso pena. Jay prensou seus peitorais juntos, esfregando suas indecências uma na outra ao agarrá-lo pela bunda e trazê-lo para tão perto que por pouco não se fundiram. Sua reação imediata foi segurá-lo pelo pescoço, mantendo os olhares conectados de maneira quase elétrica e palpável. 

— Porra, na próxima eu te levo comigo — foi o que ele disse antes de morder os lábios de Jungwon e engolir seu sorriso em um beijo quente e intenso. Ainda com as mãos em sua bunda em um aperto forte mas não o suficiente para doer ou machucar. 

Jay o tratava como a porcelana mais cara, bem trabalhada e rara do mercado. Mesmo com a língua se arrastando pela sua daquele jeito tão erótico, mesmo com o sangue do seu lábio na ponta dos dentes, mesmo com tanto descontrole.

Jungwon encerrou o beijo ao se afastar minimamente, gotejando na própria roupa pela visão bonita e privilegiada que possuía. Pressionou os lábios, sentindo o inferior arder pelo corte que havia acabado de ser feito. Incrivelmente ficou com mais tesão.

Jungwon descansou as testas juntas, respirando pesado ao fechar os olhos. Só então Jay diminuiu o aperto, parecendo se dar conta de que o namorado não escaparia pelas frestas da porta se não o prendesse daquela forma. Sua mão passeou por toda a lateral do corpo esguio e então repousou na bochecha macia, beliscando-a fracamente. Jungwon era tão lindo que poderia ser um gato. 

— Mia pra mim — pediu baixinho. 

— Já falei que não — Jungwon fez uma careta, franzindo as sobrancelhas. — Me come logo e fala menos bobagem.

Direto, mas ainda assim tímido e com as bochechas ficando coradas. Fofo, Jay pensou ao rir na atmosfera do mundinho deles. Sua mão voltou a descer lentamente, dedilhando a nudez da lombar de Jungwon. Ele estava bem quentinho e excitado. Ótimo, odiava comida fria.

Tá com sono? — Jay sussurrou ao notar que o namorado ainda não havia aberto os olhos, molenga contra seu corpo.

Muito

Jay sorriu (assim como em todos os segundos que passavam juntos) e então invadiu a cueca de Jungwon, apalpando-o na pele macia da bunda.

— Vou te botar pra dormir.

A outra mão se enfiou entre eles, obrigando Jungwon a afastar seu corpo manhoso até que encostasse na parede. Em um movimento rápido e meio brusco Jay abaixou suas roupas apenas o suficiente para liberar o pau rígido, finalmente conseguindo arrancar o miado de Jungwon. 

Agudo, baixinho e totalmente entregue. Porra, gozaria só com a visão daquele pau rosado vazando por sua causa. 

— Você é tão meu-

— Sim… 

Jungwon gemeu quando Jay abaixou as próprias calças, juntando seus corpos juntos mais uma vez, mas de uma forma diferente, mais intensa. Conectados pelo alto fluxo de sangue entre suas pernas, pelas cabecinhas inchadas e chorosas, pela parte que pulsava e declarava silenciosamente o tipo de amor que alimentavam. Jungwon tombou a cabeça contra a parede, agarrando os quadris de Jay para que ele chegasse mais perto.

O comprimento do namorado deslizou pelo seu, desviando do caminho ligeiramente e pressionando sua barriga. Tão erótico, tão bom. Jungwon se arrepiou e ondulou o corpo em busca de mais. 

Jay perdeu o rumo momentaneamente, precisando de uns segundos e um pouco de oxigênio para recobrar o juízo. Só então cuspiu na própria mão e segurou os dois comprimentos juntos, sentindo o peso, o molhado e o calor se misturarem com o gelado de seus dedos. Também estava muito duro, e apesar dos esforços para se segurar, estava igualmente cansado e sensível. 

Hmph, porra, cacete. Eu te amo-

Talvez não tanto, na verdade, Jungwon era bem dramático quando queria. Para agradá-lo, passou a subir e descer o punho com firmeza, querendo chegar logo ao alívio. Seus ombros estavam tensos e podia ver o corpo todo de Jungwon rígido e cansado tremendo sob seu toque. 

Amanhã eu vou te comer até você não conseguir lembrar seu nome — a ideia fluiu de sua cabeça para sua garganta rapidamente, se concentrando tanto na fala em sua língua quanto na pressão em seu pau. 

Por favor.

E você vai miar pra mim — Jay insistiu, aumentando um pouco a velocidade. Suas pernas já tremiam pelo estímulo. 

Sua boca foi como um ímã até à de Jungwon, capturando o lábio machucado entre os dentes. Um vício. Sua língua mapeou o contorno da boca alheia, traçando o relevo carnudinho com certa pressa. 

As digitais de Jay se apertaram, esmagando suavemente o pau do namorado contra o seu. Uma provocação dolorida e gostosa que arrancou um arfar choroso de Jungwon, sendo este completamente engolido pela boca insaciável que o beijava. Jay tinha tanta fome do gosto do amor de sua vida que poderia viver e ser nutrido disso pelo resto de seus anos. 

Jungwon soluçou sem ar e então colocou a mão sobre a sua, fincando a unha em seus dedos e se afastando. Sua cabeça bateu contra a parede com demasiada força e de sua boca um gemido arrastado saiu sem timidez alguma quando sua porra lambuzou os dedos de Jay, molhando ainda mais os próprios movimentos. 

É tão bom ter você pra mim. 

Jay continuou punhetando, meio bêbado pelo sabor do namorado em sua língua e o perfume que exalava junto com o suor. Gostoso, gostoso, mil vezes gostoso. E mesmo que ele choramingasse, se curvando pelo excesso de estímulo, Jay só parou quando gozou também, misturando seu DNA com o de Jungwon naquela lambança entre eles. 

Tinha porra em seus corpos e no tapete do banheiro, e mesmo que Jay tivesse que limpar tudo aquilo (o faria com a língua se necessário), havia valido a pena pois também tinha um gatinho molenga em seus braços, pendurado em seu pescoço enquanto resmungava alguma coisa (para ele, e só para ele).

— Ainda quer tomar banho sozinho? — brincou, voltando a beliscar a cintura fininha. 

— Nunca. Tudo é melhor com você.

Notes:

Todos os meus personagens são precoces, como pode um universo tão lindo de gozam-rápido